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Agora sou esposa, mãe, completa! Mas continuo minha... Sempre!


05
Jun08

A quem quiser responder...

por Pobre(o)Tanas

 


 


Hoje queria aqui deixar duas perguntas no ar...


 


Por norma, quem me visita, tem mais experiencia de vida que eu e tomo sempre as palavras dessas pessoas como palavras de um livro de sabedoria e por isso gostaria de saber como lidar com certas coisas.


 


Primeira pergunta:


 


- Como sabemos, que até certo ponto, podemos confiar numa pessoa? Por exemplo que actos e/ou palavras é que ela poderá tomar/dizer ou não tomar/não dizer que nos façam ter ou não confiança?


 


 


Segunda pergunta:


 


- Como podemos confiar em alguém? Que caminho percorrer para nos libertarmos desta desconfiança que nos consome?


 


 


Confesso que no fundo parecem 4 perguntas mas pronto... Complementam-se...


 


São dificeis? Eu sei... Tenho-as na cabeça o dia inteiro


 


Apelo à vossa experiencia de vida e ao que o coração e a cabeça vos dita... Apenas...


 


 


Obrigada:)


 


 


 

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16 comentários

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De ruben a 05.06.2008 às 16:16

infelizmente a vida é uma disciplina que não permite aulas suplementares nem explicações particulares. a vida é uma daquelas disciplinas tipo educação visual, trabalhos oficinais ou metalomecânica de produção cujas aulas são cem por cento práticas. quem consegue aprender está safo, quem não consegue está em maus lençóis . exactamente como nas outras disciplinas atrás referidas, cada aluno apreende a matéria e executa-a nos seus trabalhos de forma pessoal e personalizada. não existe um padrão próprio, rígido e correcto como é comum nas disciplinas teóricas de ciências exactas. A minha postura é a de ouvir com atenção os tópicos que o professor diz (pai, mãe, irmãos, avós), observar as ideias e os trabalhos dos colegas (ver as costinhas dos outros para poder salvaguardar as minhas) e executar um trabalho com a minha criatividade (tentar safar-me o melhor que consigo). P.S. interpretar o nosso interlocutor directo é algo que se aprende com a experiencia os anitos das nossas vidinhas e não, não se encontra esse tipo de informação nos compêndios das bibliotecas das universidades, lamento dizer mas infelizmente é assim funcionam as coisas. se fosse fácil não tinha graça.

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