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Agora sou esposa, mãe, completa! Mas continuo minha... Sempre!

07
Nov12

38 semanas :)

por Pobre(o)Tanas

 

 

A Eva na ultima ecografia contava com 2.976kg pelo que hoje a barreira dos 3 kg já terá sido, certamente, ultrapassada.

 

Já estive mais ansiosa e nervosa. Neste momento só me apetece pari-la e tê-la aconchegada no meu peito.

 

Que mais posso dizer?

 

Estou apaixonada e ainda nem a vi...

 

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Sempre fui muito namoradeira enquanto miúda. Mas namoradeira naquele bom e saudável sentido. Quando gostava de algum rapazinho da minha escola a coisa estendia-se até achar que aquilo já não dava mais e encontrava, finalmente, novo amor da minha vida, usualmente bastava que tivesse mais penugem que o anterior ou os ténis estivessem mais na moda. Maior parte, se não quase todos, não passavam de amores platónicos por um rapaz (mais) giro da escola. Aquele com que namoramos secretamente para inveja das nossas amigas mas ele não sabe sequer que existimos. Rapaz que se o Brad Pitt estava fora do nosso alcance, aquele então além de estar a anos-luz de nós, sintonizava-se numa estação completamente diferente da nossa. Era o que achávamos… Claro que se o Brad tem uma Angelina aquele tinha, sem dúvida, o expoente máximo de quatro Angelinas com genes de 20 Mónicas Bellucci e um par de mamas ainda maior. Para nós, ter maminhas naquela altura era ser-se mais. Muito MAIS…

No entanto, sempre gostei de mim, por mais feiinha que fosse naqueles tempos, e nunca quis ser igual a ninguém. Queria ter maminhas mas com estilo próprio! Ser eu mesma.

 

O meu primeiro grande amor (gosto de dizer isto como se naquele tempo quase que estivessemos de casamento marcado) aconteceu na escola primária e durante 4 ou 5 anos doeu-me gostar dele. Ele era o mais giro, o mais inteligente (pronto não era, era burro que nem um calhau mas todas as raparigas achavam que não), o que jogava à bola como ninguém e tinha aquele blusão de penas que sonhávamos que nos aquecesse os ombros em dias frios. E calei-me durante anos pois que não tinha coragem para lho dizer - e porque sempre tive noção do meu aspecto. Quando entrámos no 5.º ano fiquei feliz de ficar na turma dele mas quando dei conta das dificuldades dele a todas as disciplinas - e que tinha conseguido disfarçar na facilidade da primária - aquele sentimento já não era o que era. No dia em que, esquivo, roubou o meu diário e o leu em frente à turma toda foi o fim. Dei-lhe um pontapé onde dói mais e toda a dor que senti por gostar dele foi-lhe transmitida e ficou-lhe alojada nos tomates - não sei se já terá filhos...

 

Como sempre fui liberal no que toca a religiões, cores, etnias, certa vez apaixonei-me por um rapaz de etnia cigana. Aquilo era o supra-sumo do amor e da beleza. Pensava em fugir com ele e refugiar-me num acampamento, casar-me com 12 anos, ter filhos aos 13 e viver a minha vida vendendo nas feiras. Achava mesmo que aquilo resultaria um dia. Mas também nunca lho disse e ele nunca me tomou como sua mulher nem sequer lutou por mim fazendo frente à família e seus valores ancestrais... No fim foi como veio, num bater de palmas tipo Joaquin Cortez.

 

As origens também nunca me importaram daí que me apaixonei perdidamente por um vizinho francês que tinha uma boxer que engolia bolas de ping-pong e regurgitava-as com tal satisfação como quando tentava abocanhar as mãos ou braços de alguém. Aquilo foi o começo de algo mesmo profundo que como sempre guardava só para mim. Até um dia um colega comum descobrir os meus sentimentos e ameaçar-me contar-lhe e foi aí que agarrei em todos os instrumentos de se ser mulher e fingir que gostava do queixinhas e assim desviar as atenções dele para outros assuntos que não a minha vidinha e sentir-se orgulhoso de ter roubado a minha atenção do outro que era rival dele no karaté ou noutra modalidade tipo taekwon-do. Mas no fundo era do franciú de quem eu gostava e quando ele um dia me deu um pontapé na mochila do Snoopy partindo o meu estojo novo e se encantou por uma rapariga da minha tuma, vivendo tórridos momentos de paixão (tipo 13 anos) a coisa afundou-se. Daí que coisas vindas de terras de Napoleão só mesmo os crepes e e e não muitos porque ando de dieta. Passados anos acho que ele fugiu para a França e agora é arrumador de carros... (Hoje ganha-se mais que com um curso superior...). A boxer teve um desgosto e comeu as bolas de ping-pong e a mesa tendo um desarranjo intestinal.

 

O meu primeiro beijo dei-o ao campeão dos beijos com língua lá da escola. O fulano com 11 anos deixava as miúdas com cieiro de tanto as sugar. Aquilo foi uma experiencia bonita mas a Labello não patrocionava a nossa relação e eu sempre quis envolver-me com amor e por ele não sentia nada - até porque era mais baixo que eu uns 10cms - daí achar que não tinha pernas para a andar e acabar com ele 12horas depois de termos começado. Ganhei experiência e respeito claro está. Mais tarde tentei a proeza de voltar a envolver-me com alguém sem amor ou mínimo de paixão. Continuava a pensar o mesmo que 10 anos antes... Não resulta. Nem quando se é o maior sedutor lá do sítio...

 

Tive um fraco pelo rapaz do capuz tipo Noddy mais inatingível que o outro mais inatingivel que o Brad Pitt e pelo de olhos azuis que passados 14 anos tem menos 15cms que eu e ar de rapaz que guarda galinhas por não saber o que é uma vaca. Amei de paixão o que se fixava ao portão da escola por já não ter idade para lá andar e por lá cirandava com o cão rafeiro. Hoje acho que seria considerado pedofilia mas só chegámos a vias de facto uma única vez: eu perguntei-lhe de que raça era o cão dele... E ele respondeu: É cão... Agora que reparo acho que sempre tive uma queda para pessoas inteligentíssimas nesses tempos.

 

O primeiro homem da minha vida, a sério, conheci-o com 13 anos. Estava no bar da escola e naquela conversa de amigas com um "quantos-queres" perguntaram-me o nome do rapaz de quem eu gostava e eu vi-o entrar naquele exacto momento e sem saber quem era apontei para ele e disse: "É aquele". Daí até o conhecer demorou um ano - até porque chumbou a raça do miúdo! Eu não digo? - e porque era mais velho que eu três anos não me ligava nenhuma, claro, inclusive passava para o outro passeio só para não ter de olhar para mim. Quando um rapaz de 16 anos já com barba e voz de gajo grande se depara com uma miuda franzina, sem mamas e quatro olhos com certeza tem sonhos húmidos... Deve fazer xixi a meio da noite com pesadelos. No entanto quando mudei de casa e cidade, continuávamos a falar por mensagens de telemóvel - siiiiim já havia disso mas eram caras e aquilo levou quase a fortuna de família ao limite - e acho que foi aí que virei o bico ao prego. Já tinha 14 anos, formas, tinha tirado os óculos, optado por roupas mais femininas e como sempre dotada de uma personalidade e individualismos muito próprios. E ele apaixonou-se claro. Era a minha meta e consegui-o por mérito. Namorámos até aos meus 19 anos. Foi o primeiro homem da minha vida. Era engraçado. Todos achavam piada ao resultado dos meus esforços, ele era giro, mais velho, certinho e boa pessoa. Porém a maneira de ser das pessoas muda e aquela pessoa por quem outrora me apaixonara, modificou-se e o resto já se sabe. As companhias não ajudaram, as faltas de respeito e agressões físicas também não e apesar de me ter doído horrores porque sempre sonhara em ser mulher do primeiro homem e me ter anulado por completo durante anos, fui obrigada a seguir em frente por ainda restar um bocadinho de amor por mim mesma.

 

Hoje não lhe guardo qualquer sentimento. Minto! Sinto sim, indiferença... Há um par de anos teria jurado que não. Que ainda mexia comigo. Neste momento é vazio. Oco. Porque voltei ao que era antes de o conhecer: miúda determinada e com rasgos de ingenuidade que faço questão de manter, mesmo que seja uma ingenuidade imposta por mim, de quem não quer ver e não inocente como nas crianças, mas prefiro assim que ver tudo com seriedade ou como são as coisas de verdade pois se assim o fosse faria infeliz quem está ao meu lado porque era uma pessoa amarga e triste com tudo o que passei, batendo na mesma tecla uma e outra vez. Claro que as marcas internas da violência doméstica não se saram assim e por vezes ainda vamos de peito feito como se ganhássemos coragem para mais uma estalada ou um murro como quem diz: não dói! mas aos poucos e porque se é amado de verdade, não há falta de respeito e acima de tudo há verdade, as coisas encaminham-se e guardam-se os pesadelos lá numa caixinha que temos ao pé do intestino grosso para que quando tivermos vontade de as ir buscar para nos auto-flagelarmos damos um peidinho e rimo-nos de satisfação.

 

Nos entremeios deste relacionamento e da minha relação com o meu Jacinto conheci mais pessoas, claro. 20 anos. Menina na cidade grande sem se saber muito bem orientar. Conheci mocados, casados e desinteressados. Conheci traumatizados, desmiolados, poucoxinhos e auges da evolução lá do prédio deles. Mas esses, oh... Não têm piada. Quer dizer. Têm porque cada um teve o seu tempo de antena e baseados na rádio pirata que foi a minha vida por momentos. Não me sintonizava muito bem. Eram básicos, ou fúteis, pessoas que ou mudaram muito e começaram a respeitar o próximo ou terão de voltar cá muitas vezes para se iluminarem. Têm muito que andar a vaguear até se encontrarem. Não são más pessoas, atenção... São apenas pessoas sem conteúdo ou com um saber injectado porque se deve ser assim e comportar-se de maneira completamente diferente quando não são nem uma nem outra, vítimas de uma educação exagerada ou falta dela e de uma vida complexada que não os deixa sentir, abusando do facto de estarem vivos para poder rasgar o intimo de quem lhes passa pela vida. E foi num desses dias que sem paciência para o que era sem ser mas que aparentava nada no horizonte que me meti num chat e falei pela primeira vez com o Jacinto também ele em busca sabia lá bem do quê porque estava sozinho longe de casa e dos amigos. Homem com quem partilho a minha vida e o meu ser EXACTAMENTE como ele é. Sem tirar nem pôr. Sou 100% eu a todo o momento e nem ele me quereria por menos. A 7000km de distância e durante 4 meses falámos de manhã à noite e se há pessoas que dizem que se juntaram ao fim de 3, 4, 10 anos de namoro, nós cedemos as nossas vidas um ao outro ao fim de 16000kb de conversa ahahahahah! No dia em que nos conhecemos, naquela hora, começámos a viver praticamente juntos e ao fim de dois anos acho que tem corrido muito bem. Baseamo-nos na confiança e no facto de sermos como somos. No fundo acho que termos falado sem nos conhecermos - podendo claro haver a hipótese de um de nós ser um aldrabão ou os dois - ajudou a mostrar o nosso melhor e pior sem medo de sermos julgados pois que a qualquer momento podia-se desligar o computador ou bloquear a pessoa e a coisa por ali ficava. Ainda bem que não ficou e que naquele dia, sabendo só duas ou três pessoas, o fui buscar ao aeroporto vinha ele de Luanda e o trouxe para o lar que construí sozinha a muito custo mas que esperava por alguém assim para partilhar.

 

Sempre achei que as minhas relações deveriam ter uma história bonita por trás porque as histórias são e devem ser contadas. E um dia que tenha um filho ou filha faço questão de contar tudo para que saibam que é bonito sim amar e ser-se amado, que dói tudo isto mas que faz parte de uma selecção de coisas que nos farão mais fortes e capazes de lutar pela nossa felicidade. Que a mãe chorou muito, sofreu, bateu com a cabeça na parede com medo de perder tudo o que era mas que conseguiu erguer-se e tornar os sonhos realidade, encontrar a felicidade mesmo que a muitos quilómetros de distância e numa noite em que nada fazia prever que seria diferente das outras.

 

Tenho agora 24 anos - não passou muito no calendário mas aqui dentro parece que tenho muito mais - quero crer que as pessoas que conheci, apesar de tudo, não foram em vão. Em conversa com o meu Jacinto ontem falámos sobre isso e nenhum se arrepende de nada do que fez e rimo-nos quando se confessou que algumas na altura até podíamos ter ido até ao fim para saber como era, mas que em nada nos arrependemos e é isto que também faz a nossa relação tornar-se viva: não existem fantasmas, feridas por sarar. Claro que existem cicatrizes mas essas lembram-nos de que devemos sempre olhar em frente por mais medo que tenhamos em seguir para o desconhecido. Poderá ser pior mas pelo menos tentámos e tentaremos até arranjarmos o nosso lugar. Porque todos nós temos um lugar.

 

 

Amo-te Luís. Obrigada por me deixares amar-me a mim e ser sempre sincera connosco quando todos os que nos julgam não passam de cães tosquiados. 

 

 

 

 

 
 
 
 
Os homens minúsculos que me tornaram a mulher forte que sou só o fizeram para poder seguir em frente e partilhar a minha vida com o GRANDE HOMEM que hoje tenho comigo. Uma salva de palmas também para eles!
 *CLAP*CLAP*CLAP*
 
BIS
 
 
*CLAP*CLAP*CLAP*
 
 
 
 
 
 
*Já chega*
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

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06
Jun09

 

 

Se não tivesse as unhas arranjadas já as teria roído até ao sabugo.

 

Se não tivesse tanta certeza que sim já teria desaparecido só para não sentir isto.

 

Se, por vezes, não mandasse certas opiniões às urtigas talvez não fizesse o que irei fazer.

 

Se continuasse com esta mania de ter sempre os pés pregados à terra talvez não voasse...

 

Se fosse há uns tempos atrás eu diria para me internarem porque estava a ficar louquinha...

 

Mas eu quero ficar nesta loucura até ela durar.

 

 

 

Faltam 6 horas...

 

 

Não tenho fome desde ontem à tarde e dei voltas e voltas na cama...

 

 

Quem me vê por fora pensa que estou calmissima... Mas por dentro estou tipo gelatina treme-treme....

 

 

Mas não tenho medo.

 

Seja o que Deus quiser.

 

 

 

 

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29
Abr09

Enfim...

por Pobre(o)Tanas

 

 

Não me tem ocorrido nada para escrever num nível brejeiro e terrivelmente caótico no que toca a parvoíce.

 

Deve ser porque entretanto cresci...

 

 

 

Bem me pareceu que sem os minorcas, o meu blog ia morrer LOOOOL

 

 

 

 

Apetece-me escrever sobre a amizade. Em tom de "boca"... Mas como em tudo o que tem acontecido na minha vida, basicamente, so dou importancia ao que quero. O resto são meras merdices que nunca iriam equilibrar nos meus ombros. Até porque não carrego com pesos de problemas que não foram causados por mim. Lamento.

 

Só mais uma coisa: eu sou do genero de pessoa que enche e enche e enche e deixo que façam tudo de mim (como os caes cujas orelhas e cauda as crianças puxam até à exaustão)... Um dia dá-me um vipe e desato a morder a toda agente. Neste caso desligo e viro costas. Se me puxarem outra vez é certo que vou morder... Detesto MENTIRAS!!!

 

Saliento ainda que não tolero que se imponham na minha vida e façam birras que me afectem a parte psicologica, melhor dizendo, pressão... No sentido "Não me mandas sms, não és minha amiga...", uma pinóia! E não me vou defender até porque não me apetece nem vou perder tempo com isso. Porque para ver cenas dessas, ligo a tv e vejo os Morangos com Açucar...

 

 

Tenho dito!

 

 

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Quanto a ti... Tenho tanto a dizer-te e não consigo... Com o crescimento ganhei medos...

 

 

 

 

 

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25
Abr09

Para ti...

por Pobre(o)Tanas

 

 

Tenho duas coisas a dizer-te:

 

 

A primeira porque foi preciso reerguer-me para chegar aqui e ter esta força para acreditar no que sou e no quanto consigo alcançar. Porque lá está, "criei asas e voei"... E só assim, através de um "eu", posso ir em frente através de um "tu" até um "nós"...

 

 

 

 

A segunda porque és tu, simplesmente, e adoro olhar para o que de dentro de ti vem até mim...

 

 

 

 

 

 

 

Chamem-me louca...

 

 

Doi apenas porque quero tanto... Se mais não houver estou cá, comigo mesma, para me levantar vezes e vezes sem conta. Até lá sei o que quero.

 

 

Quero-te a ti... Assim porque sim.

 

 

Porque és tu:)

 

 

 

 

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23
Abr09

Para a Angola...

por Pobre(o)Tanas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

LOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOL

 

 

Private joke... Desculpem!:D

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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20
Abr09

Cansada mas feliz!

por Pobre(o)Tanas

 

 

Ora e esta semanita que passou foi de loucos...

 

Uns acordar cedissimo que me custaram e irão continuar a custar horrores, - porque eu fui feita para dormir, coçar a barriga e comer que nem um animal vulgo besta e peço desculpa por mostrar esta minha faceta mandriona mas pronto é só hoje - vestir-me conforme manda a lei e rumar ao trabalho com uma birra de sono descomunal que me passa mal chego ao Terreiro do Paço... E nos (poucos) dias que fez sol senti-me viva da silva... Neste caso vivinha dos santos. Chegar a casa, comer e pouco mais.

 

Estou a adorar claro! E so quero mesmo entrar o mais depressa possivel no ritmo. E o céu é o limiteeeeeeeeeeeeeee!

 

 

Como gosto do que estou a fazer não vou falar disso aqui. Ate porque naquele sitio existe uma coisa que não havia no outro... Aliás... Duas coisas: profissionalismo e respeito pelas pessoas.

 

 

 

Este fim de semana fiquei por casa. Só saí para ir comprar coisas para comer e nada mais. O pijama e as pantufas já se colaram ao corpo e sinto-me super pegajosa. Mas feliz!

 

 

Feliz nem é a palavra. Com as coisas positivas que tenho de momento na vida estou a emanar estrelinhas sorridentes, Ursinhos Carinhosos e Heidis pelos poros do meu corpo...

 

 

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O meu pc deu o badagaio... Foi formatado pela 2.ª vez este ano (estamos em Abril... logo dá qualquer coisa como 1 formatação de mes e meio em mes e meio o que até é uma média boa se formos a ver o estado em que está)...

 

Logo já devo ter net...

 

 

E tanto que preciso dela...

 

 

 

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11
Abr09

 

Ora Pascoaaaaa... Morte e Ressurreição de Cristo...

 

 

Para mim foi o nascimento dos meus sentimentos por ele... Um dia talvez explique o porque...

 

 

 

 

Porque sim....

 

 

 

Porque nao poderia ser de outra forma...

 

 

 

 

Cristo veio até mim, ha umas semanas, e por aqui ficou... Assim... Sendo ele mesmo e deixando-me ser também!

 

 

 

 

Beijo na testa:)

 

 

 

 

 

 

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09
Abr09

A lua...

por Pobre(o)Tanas

 

 

Esta noite...

 

 

Partilharia segredos, lágrimas, sorrisos, abraços e beijos na testa...

 

 

Trocaria olhares e sentimentos.

 

 

Dava as mãos e ficava apenas assim a ver o reflexo da lua cheia no mar... Saberia apenas que sim, que tudo estaria bem e que seria eu mesma. Sem receios de o mostrar.

 

 

O tempo tem passado e noto que aguardo um momento em que possa estar lá a 100%... Olhar e tocar com vontade.

 

 

 

 

Ando cansada de coisas que o são apenas pela aparência.

 

Coisas que são enjoativas de tão perfeitas que querem e parecem ser.

 

Quero o erro, a parvoice da piada sem graça e o rir cumplice... A vontade plena, o explorar, a entrega do espirito à terra. Da matéria ao não palpavel.

 

 

 

 

Quem já alguma vez se entregou assim?

 

 

Querer tanto que por si sugava e apenas se alimentava disso?

 

 

Desejar consumir até não ter mais forças?

 

 

 

Não quero respostas... Nem tão pouco opiniões...

 

 

 

Quero apenas que assim o seja. Porque sim. Porque o quero...

 

 

Tirar esta capa de cima de mim. Carregar no off para desligar a corrente de uma energia insensivel deste "calhau" em que me transformei. Fechar os olhos para nem sequer tentar focar uns em quem não veja mais que apenas o nada que realmente existe como até agora somente vi.

 

 

Hoje, ao observar todo o ambiente em que me encontrava, uma lágrima pequena caiu... Limpei-a antes que vissem.

 

Ter-me-ia sacudido como os cães para que toda esta carga me saísse de cima. Teria mergulhado naquele mar para me limpar de um passado de estupidez e ignorância totais. Mas não o fiz... No fundo aceito-me e sei que estou no caminho certo.

 

 

Quero esperar. Quero mesmo esperar. Pode ser o tal tiro no escuro mas fá-lo-ei. Quero ver, sentir...

 

 

 

E se o tiro se revelar fatal... Já não doi...

 

 

É a parte boa da insensibilidade. Cortar e não doer, arrancar o coração do peito e torcer... Olhar para ele na nossa mão e vislumbrar o motivo de se ser um animal com sentimentos e passar a uma coisa "mecânica".

 

 

 

 

 

 

Faz-me sentir viva! Preciso que faças...

 

 

Olha para mim! Sou nada diante de tanto. Mas sou tudo se o desejar. Não o desejo porque quero apenas sentir.

 

 

Quero descansar. Estou desgastada da força que faço em redor de tudo.

 

 

Deixa-me encostar a cabeça e adormecer... Dá-me a mão. Sim, a minha está fria... Como sempre... Mas é uma questão de tempo.

 

 

 

Não me sigas nem andes depressa, caminha ao meu lado... Como até agora tens feito mesmo longe...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Vou dormir antes que babe as teclas...

 

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16
Fev09

 

 

Apetece-me chorar mas não vou derramar uma unica lágrima que seja. Nem uma sequer.

 

Andei todo o santo dia com a imagem daquele casalinho hediondo na cabeça. Nem é por ele ter namorada. É por ela. Tipo eu conheço-a e não tem nada que se compare a mim. Vestia-se como se usasse um saco de sarapilheira.... E tem cabelo de rato ensopado pela água do esgoto. Muito fininho e rançoso. De maozinhas dadas... Que lindo!

 

Pergunto-me se ela dá na coca com ele...

 

Ela nem sabia desenhar. Estava em design e nao vi nada que fizesse de jeito e com classe.

 

E poderia estar aqui horas e horas a mencionar adjectivos pouco atractivos à pessoa em questão para mostrar o quanto sou bem melhor... Mas já os mencionei a todos mentalmente...

 

 

 

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"Apetece-me chorar, sabes?"

 

"Pq? Eu a pensar que estavas feliz."

 

"Não gozes..."

 

"Não estou a gozar, caraças!"

 

"Mas não vou chorar. Sou bem melhor que isto... Desculpa"

 

 

E desliguei-me...

 

 

*Se soubesses a razão...*

 

 

E não é que chorei?

 

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Não vou bater na mesma tecla. No mesmo blá blá sentimental que me cobre todos os dias...

 

Vai na volta estou apenas com aquela impressao estomacal que todos temos por ver alguem do passado. Qualquer pessoa com quem nos envolvamos e encontremos anos depois, deve dar-nos volta ao sistema nervoso. Seja de forma boa ou má. E penso que qualquer um de nós possa ter aquela "inveja" do "e se..?"...

 

E se tivessemos ficado juntos?

 

Acredito que ontem, naquele centro comercial ou noutro local, muitas mulheres e homens encontraram alguem do passado e olharam para os/as parceiros/as actuais e muitos para os filhos também, e pensaram no "e se..."... Se fosse com aquela pessoa... Olhando para os filhos... "Tu não terias nascido..."... Uns caem em si e gostam do que têm consigo... Outros devem ter ido cheios de ácido, para casa, a corroer-lhes a mente. Eu pertenço ao ultimo grupo...

 

E vim. Se pudesse ter-lhes-ia enfiado a cabeça numa montra até pedacinhos de vidros lhe entrarem para os olhos... Sim porque quando o odio me corroi torno-me num ser horrivel destes. É feio odiar. Mas e usando uma frase feita: Amor e Odio andam de maos dadas. E te-los-ia espancado até me cansar. Rasgar-lhes a carne até ao osso... Se pudesse... Se eticamente fosse aceitavel (risos mas daqueles diabólicos com a lagrima ao canto do olho...)...

 

É horrivel não estarmos à altura de alguém... Ou vermos quem foi nosso ao lado de um ser inferior. E ver que apesar de inferior, encaixou bem melhor que nós, na vida da pessoa que gostámos. Doi! São espinhas na garganta e um borbulhar no estomago. Um liquido quente que nos percorre as veias - que não deve nestes casos ser apenas sangue - que nos chega aos olhos e os deixa vermelhos de furia. Nos dilata através do suor. Um arrepio na coluna. Algo que faz sobressair as arterias do pescoço...

 

Li algures que se nos olhássemos ao espelho de cada vez que estamos tresloucados, que ficariamos horrorizados com o nosso estado.

 

 

No fundo talvez desejasse que ela sofresse o que sofri. Para não pensar que quem estava mal era eu... Se calhar nao sofreu nada porque ele deve ter-se tornado para ela a pessoa por quem me apaixonei. Sincero, meigo e responsável. Não o egocêntrico, mentiroso e violento que virou...

 

E continuo com este morto-vivo cá dentro. Por mais porcaria que fizemos, fiz, ele fez... Talvez fosse ainda capaz de dizer "Sim..." se ele dissesse "Vens?"...

 

Talvez o fizesse tambem com o Sr. Tenente de Ludares...

 

Porque foram pessoas que me conquistaram com inteligencia. Sabiam estar. Em momentos disseram ou fizeram aquilo que veio de encontro àquilo que eu acreditava que supostamente seria assim. E bastou isso para me apaixonar e gostar mesmo de verdade de duas pessoas que simplesmente acharam que não encaixava na vida deles. Bastou uma palavra, um gesto na hora certa. No timing certo.

 

Sinceramente estou cansada de voltar à estaca zero. E vou estacionar-me antes que me torne naquilo que tanto condeno.

 

Antes que se torne confuso demais. Antes que me perca. Perca o que ainda possuo. Deixe de ter controlo.

 

 

Não vou estabelecer regras drásticas. Nem tão pouco jurar a mim mesma seja o que for. Hoje não tenho forças para estabelecer limites. Mas mostrarei a mim mesma, por A+B, que nada me irá deitar abaixo. E se algum dos dois está com alguém - que por sinal nao me chega aos calcanhares - não me vou atacar por isso.

 

 

Se não me chegam aos calcanhares sao pequenos e se são pequenos posso esmagá-los... Mas mentalmente... Até porque não sou das que trepa por cima dos mais altos... E não faço aos outros o que não gostaria que me fizessem...

 

 

 

 

 

 

 

Boa noite...

 

 

 

 

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