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Agora sou esposa, mãe, completa! Mas continuo minha... Sempre!

 

 

Meses mais dificeis se adivinham devido a toda esta recessão mas quero crer que sairemos vitoriosos e mais conscientes disto. Gostava que fosse apenas um abre olhos e não necessário famílias inteiras passarem dificuldades tremendas para se manterem à tona ou viverem com o básico.

 

No entanto no que toca à minha pessoa nunca vivi tão bem e com tantas facilidades. Irónico não é? Há 3 anos andava com a corda no pescoço de dia 4 a dia 30/31, hoje sobra na maior parte das vezes e temos muitos, mas muitos mais gastos. Antes nunca me sobrava dinheiro e muito menos punha 2 ou 3 euros de parte, cheguei até a dividir a minha comida com as gatas porque não tinha dinheiro para lhes dar ração da mais barata que fosse. 500 euros iam num instante com a renda, supermercado - que tentava repartir pelas semanas do mês porque sempre preferi comprar pouco e fresco que em muitas quantidades e estragar-se - gás, luz, água e passe.

Salvou-me o facto da Dona Orlanda me dar jantar muitos dias da semana, punha a mesa, comiamos e davamos dois dedos de conversa o que me aliviou fardos e fardos de dores psicológicas que tinha dentro de mim. 

 

Tinha o tabaco que não só a mim mas viciava um bocado as contas mas tentava poupá-lo ao máximo e cheguei a fumar o mesmo cigarro 3 vezes (que nojo de cheiro!!!!). Podia ter tido força para deixar o vício na altura, podia, mas tive momentos em que era só eu e o cigarro, para que negá-lo? E sim, o tabaco salvou-me muitas vezes do abismo... Dava umas passas e dava mais uns passos na minha vidinha. Acalentou-me a alma muitos e muitos momentos. Claro que hoje quando se quer poupar no tabaco o melhor é deixar. É a dura verdade... Tabaco de enrolar sai barato mas que adianta se fazemos os cigarros em casa e se fuma tudo no dia seguinte como se se tratasse de um maço de 20? Poupar é deixar. Pagar 40 euros pelos pensos - investimento na minha opinião muito bom porque ajuda e podem ser usados a meias se estiverem dois a deixar de fumar - e daí para a frente pensar que é mesmo para cumprir. Estou feliz de ter conseguido apesar de por vezes dizer que quando for velhinha voltarei a fumar tudo a que tenha direito.

 

Por vezes lá fazia a estravagancia de ir a uma discoteca com as amigas (a minha consulta mensal/bimensal no psiquiatra como lhe chamava e que era muito barato - 5 euros a entrada outras vezes era à borla) ou comprar uma peça de roupa numa loja de marca tipo Bershka ou Stradivarius. Podia ter poupado muito mais, claro que sim mas era bem mais jovem, na cidade que por si só nos enche os olhos com coisas bonitas para comprar, podia ter organizado mil e uma coisas bem organizadas de forma a poupar muito mais mas não o fiz. Sou eu e se vivia sózinha e ninguém dependia de mim a responsabilidade era minha e fazia o que entendia ser o melhor para mim. Nunca fui de planear as coisas do dia a dia, não... Nunca gostei de perder tempo precioso para fazer coisas mecânicas ou agendadas. A vida deu-me abanões quanto mais eu tentava controlá-la que desejei nunca amarrar o tempo com coisas dessas. A minha mãe ensinou-me que a rotina faz mal. Não que eu anseie para sair da rotina, nada disso, é complexo... Gosto da rotina do sossego da minha vida mas volta e meia gosto de passar por outra rua ou experimentar novas coisas dentro daquilo que gosto de fazer e do que penso ser bom... Com a minha mãe enfiávamo-nos no carro, escreviámos 3 papelinhos ou mais com os sitios onde gostariamos de ir e tirávamos à sorte. Fosse Lisboa ou Faro, Porto ou Coimbra... Até ali ao café da esquina. E iamos, pois! 

 

Ai esses tempos... Custaram-me mas tornaram-me fascinada pelas surpresas da vida e preparada para muita coisa. Hoje estamos a preparar uma lista de coisas para levar na mala de viagem e chegamos ao destino e perdemos a bagagem... Que será se não tivermos algo que substitua o perdido? Um seguro, dinheiro ou uma outra bagagem de mão com o mínimo até conseguirmos arranjar uma solução. Podemos fazer uma lista, claro que sim mas há que haver planos B, C, D...Z! No fundo ter a capacidade de, se for preciso, andar sem cuecas uma viagem inteira. Por vezes acho que sou tipo plasticina que se molda àqueles moldes e a coisa passa sem muita complicação. Agora se formos como aquela plasticina velha, deixada ao ar e que mal tentamos moldar se parte... Ui a vida doi!

 

Hoje conseguimos levar uma vida sossegada mas com coisas muito boas no meio de toda esta confusão. Como disse, nunca vivi tão bem! Claro que temos receios mas com calma e equilibrio tudo chega a bom porto. Em Lisboa punhamos o que conseguíamos de parte mas uma vez no Alentejo, o Jacinto com um melhor emprego e eu feliz e encantada com o que consegui, com muito esforço e muita paciencia das senhoras do Centro de Emprego que já não me podiam ver à tarde no estabelecimento, temos feito um mealheiro considerável. Claro que há meses mais instáveis e com - lá está! - surpresas, não conseguimos colocar o nosso pé de meia ou temos de mexer nele. Estes meses foram os móveis e o computador que foi à vida mas quero recuperar o mais depressa possível para o nosso objectivo: um carro novo - quem diz novo diz em segunda-mão, mas que tenha menos de 10 anos, sff... É obvio que este dinheiro é para uma emergência antes de tudo, um plano B para uma adversidade, um despedimento, um cessar de funções que não estamos livres que nos aconteça. Pelo menos dá para uns meses em que só um esteja a trabalhar. Ao deixarmos de fumar tudo melhorou claro. Conseguimos poupar 350 euros e aliviou consideravelmente o que hoje poderia ser uma prestação muito má. Acho que deixámos de fumar na altura ideal. Com os stresses que agora temos tido, os medos apesar de tudo, seria muito mais dificil.

 

Uma coisa que não abdicamos: o pronto-pagamento. Pensamos em 3 coisas: precisamos? Temos dinheiro para aquilo? Vai prejudicar a nossa vida? E aí, mediante as respostas, avançamos e pagamos. Já quando estava sozinha assim o fiz religiosamente e fico feliz de ter alguém ao meu lado com a mesma maneira de pensar. Nunca tivemos um cartão de crédito, um cheque e nem conta-ordenado tenho. O mais simples dos simples. Uma conta com um cartão onde cai o meu ordenado, onde mexo para levantar dinheiro, pagar contas e nada mais. Comprámos os móveis e pagámos na hora. Comprámos o computador e em dinheiro vivo pagámo-lo sem pestanejar. Tudo o que temos tem sido assim. Lembro-me que quando comprámos a máquina de lavar/secar e me sairam 500 euros da conta eu deixei de respirar por uns segundos, dei conta quando me começou a doer o peito... Mas ela ali está há quase 2 anos e que se mantenha por muitos mais.

 

Não abdico de jantar fora uma vez por mês. E às sextas almoçamos uma sopa e 1/2 dose de qualquer prato compradas no café aqui da rua. Por 6 euros, uma vez por semana, é aceitável. No entanto é com a comida que gastamos mais. No mínimo 400 euros por mês só para os dois. Fazemos 4 refeições em casa: pequeno-almoço, almoço, lanche de fim de tarde e jantar. Vale o facto de trabalharmos a 10km de casa, são 40km por dia, 20 euros de gasóleo por semana. Vimos a casa porque moramos a um pulinho, aqui não há transito nem aquele desgaste do carro, temos 1 hora e meia e durante esse tempo tratamos de muita coisa: dos cães e das gatas (2 de cada e à volta de 20 euros de ração para os 4 por mês mais restos quando são aceitáveis, 20 euros em areia silica - 1 saca por semana - é cara mas dura mais e não deita cheiro), estendemos roupa e tratamos de alguma coisa que ficou por fazer. Fora as refeições de sexta, só bebemos café e compramos pastilhas (o vicio de boca á horrivel de tirar). São mais as vezes que bebemos café no trabalho - no nosso ainda é à borla.

 

Com os animais como disse são aqueles 20 euros de ração. Não dou sacas de 60 euros. Se eu não como caviar ou fois-gras, por mais que goste dos meus animais, eles não vão comer melhor que eu. Quando são pequenos, para ganhar defesas, ainda tolero, fora isso... Não! Contudo estão ali lustrosos e gordos. Têm vacinas em dia, coleiras de 20 euros cada uma de 6 em 6 meses para as pulgas, carraças e mosquitos e são deparazitados internamente de forma muito regular. Mais não lhes posso dar. Têm lençois polares na casota deles e muita gente nunca teve nenhuns - lençois que suas excelencias resolveram tirar do estendal e fazer em pedaços... Não deitámos fora. Nada do que se rasga aqui é deitado fora. Se não der para coser é para a cama dos cães ou das gatas. Para servir de pano para a loiça ou limpar o que quer que seja.

 

Enquanto não compramos o carro novo/semi-novo, andamos na nossa "burra" a gasóleo que mais poupada não há. Aquele carrinho faz 1000km com um depósito e é o nosso orgulho. Leva "sapatos" em segunda mão e não se queixa. Temos sorte que volta e meia o meu pai arranja umas trocas de pneus e dá-nos uns que dão para mais uma série de tempo. Quando comprarmos um carro tem de ser em conta, que dure e tenha espaço para levar os cães e a filharagem toda quando os tivermos. Queremos ter dinheiro suficiente para dar uma boa entrada e ficar a pagar pouco em pouco tempo, tudo isto porque não conseguimos manter a nossa "burra" mais tempo para ter dinheiro para pagar logo um carro por inteiro. No mínimo seriam precisos 4 anos ou 5 para juntar o que queríamos

 

Filhos? Andamos loucos por ter um. Há meses que pensamos nisso. Mas sem carro nada feito. Não posso por uma criança num comercial com os cães lá atrás... O boxer dava uma óptima ama mas... Claro que se esperarmos por tempos bons para se ter um filho nunca o teremos mas nós apenas dependemos do carro...

 

Casa própria não temos e não queremos. Um dia não sei como será, gostávamos de ter um bocadinho de terreno mas olho para tantas guerras de família por causa de heranças que tenho medo de deixar o que quer que seja aos meus filhos um dia e depois andem às turras. Claro que a educação conta muito mas uma pessoa sabe lá... Por agora temos uma alugada, boa, grande, barata e bonita. Com quintal para os cães, no meio da aldeia e perto da barragem para passear. Adoro! Um dia se nos mudarmos será para uma com terreno...

 

Por estarmos longe da cidade aqui temos pouca escolha e valem as lojas dos chineses onde compro a minha roupa. Sendo mulher, tenho mais coisas, claro e daí prefiro comprar barato. E já não sei escolher em grandes superfícies. Já com o homem é diferente prefiro que ele tenha coisas boas como o calçado visto o trabalho dele precisar de calçado resistente, aderente ao solo e confortável e por isso uma vez por ano darmos bom dinheiro por um par de ténis que vai alternando com outros já anteriores ou as botas. No que me toca uso tanto sapatos que ainda tinha doutros tempos como dos chineses que me duram bem mais tempo (incrivel mas é verdade!) e se se estragarem foram baratos e não me custa...

 

Em casa temos Meo com televisão e internet. Este mês aderimos ainda ao telefone grátis por um ano o que me vai poupar em telemóvel. E muito! Pois o telemóvel é um exagero. Ligo muito para a minha mãe e sendo ela de rede diferente sai-me caro... Quando acabar a promoção acaba-se o telefone fixo. Certinho!

 

Temos bi-horário no que toca à electricidade. É respeitado. Mas uma vez por outra, raramente, preciso de usar a máquina de lavar fora do horário barato por ter mais roupa para lavar mas isso é quando o rei faz anos. Temos um cilindro com tomada automática que se liga sozinha das 7 da manhã às 8h para termos banho quente, liga depois das 18h às 22h para os banhos da noite e loiça se for inverno. Pelo que gás só para comida e encantados da vida, estamos nesta casa há 14 meses e só mudámos uma vez de bilha! Não me perguntem como, mas dura imenso e fazemos comida todos os dias. É uma bilha normalíssima... Temos sorte. Tentamos acima de tudo não ter muitas luzes acesas - eu adoro uma casa iluminada e ganhei essa mania quando vivia sozinha - mas evitamos, claro. Com a água é que somos mais esbanjadores porque precisamos de lavar o quintal por causa dos cães todos os dias mas para compensar, maior parte das vezes, tomamos banho juntos o que se torna muito romantico (como se fossemos dessas coisas...).

 

Outra coisa que faço por opção e porque o sei fazer mais ou menos em casa é arranjar o cabelo, pintando-o quando precisa, cortar as pontas e esticá-lo quando me apetece. Também arranjo as minhas mãos e pés e faço a depilação em casa. Parecendo que não poupo imenso e apesar de dar trabalho tudo fica feito à minha maneira. Sou muito esquisita nestas coisas e não gosto de sugestões de terceiros quando vou ao cabeleireiro ou se quiser as unhas de azul e teimarem que ficavam bem de vermelho. Em casa faço ao meu gosto e com o tempo que possa dispensar.

 

Todos os troquinhos a mais que possamos receber (aniversários, Natal, dos meus pais uma vez que os dele já faleceram) se não forem para o mealheiro é para os gastos da semana, assim escusamos de levantar das nossas contas. 

 

Vamo-nos mantendo assim e um dia espero que tenhamos aquilo que ambicionamos aos poucos, um carro com 5 lugares para levar o nosso filho mas que seja bom e minimamente dentro das nossas posses e uma casa com um bocadinho de terreno para ter umas galinhas e plantar uma horta para termos coisas frescas. Isto se não formos para fora, porque se assim acontecer muito vai mudar. Por agora vivemos desta forma e acho que o fazemos bem...

 

Claro que pelo facto de vivermos numa aldeia não temos muitos sítios para gastar dinheiro e porque ganhamos salários dentro da normalidade para uma secretária e um engenheiro mal pago e sem regalias numa empresa sem futuro mas creio que se deve em muito à nossa maneira de viver a dois e como nos respeitamos. No fundo dependemos um do outro cada um à sua maneira e acima de tudo respeitamo-nos e respeitamos as necessidades dos dois. Há muita verdade e companheirismo que nos serve de brisa para levar o nosso barquinho :)

 

 

 

                    (Imagem da net)

 

 

 

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21
Nov10

Poupanças comigo mesma...

por Pobre(o)Tanas

   

No outro dia, um moço de nome Ruben questionou-me como um jovem se vira quando se vê a viver sozinho e pela primeira vez sem as contas dos progenitores para pagar as despesas. Respondi-lhe conforme aquilo que fazia e dei-lhe alguns conselhos no entanto volto a frisar que a experiência ajuda imenso e mais para a frente saberemos gerir melhor o nosso dinheiro que um gerente de conta de um ricalhaço que esbanja em merdelins sem utilidade nenhuma e bebe champanhe em copos de diamantes, com um cão que come caviar em tijelas de ouro. Hoje enquanto fazia as minhas merdices em casa descobri que afinal poupei muito dinheiro em muitos anos de existência. Pelo que passo a explicar:

 

 

Eu não vou ao cabeleireiro. Não vou mesmo. Tenho o cabelo que chega ao fundo das costas e que merecia - desculpem a presunção - uma fotografia no catálogo da Pantene de tão bem tratado que está. E agora perguntam-me como faço isto?

 

Pois bem não uso sempre o mesmo champô. Se tiver um em casa que esteja a acabar ou que ache já muito rançoso espeto gel de duche na cabeça e no fim besunto-lhe um bocado de amaciador ou máscara das mais baratas. Mal acabo de sair do banho enrolo-o numa toalha e uma hora e tal depois é que o penteio. Tenho sorte porque o meu cabelo nunca faz nós e poderia puxar um camião com ele que nada me doi. Volta e meia faço uma máscara só com ovo e deixo estar ali até ficar com o cabelo tipo rastafari - acho que mesmo que o fosse pentear nessa altura ele não se desgrenhava - retiro o ovo, lavo normalmente com um champo qualquer, mais amaciador e já está! Fica super brilhante.

 

De dois em dois meses ou de três em três corto-lhe as pontas. E é aqui que está o segredo da poupança. Sou eu que o corto e à gillete - acho que já falei nisso aqui há uns anos - mas corto tanto e mal se nota porque tenho imenso cabelo. Uma vez tinha quase o lavatório cheio de cabelo e ninguém notou que o tinha cortado. Divido o cabelo ao meio, começo pelas pontas e vejo se um lado está ou não mais curto e vou acertando. Não uso franja curta mas tenho alguma que pode ou não cair dependendo dos penteados e gosto assim, poder apanhá-la quando me apetece e deixá-la solta se se proporcionar.

 

Quanto a pinturas também sou eu que o pinto. Durante o dia porque há mais luz. Se ficar com alguma borrada de tinta na cara esfrego um bocado de algodão em cinza de tabaco - é nojento mas resulta na perfeição - e sai tudo. Daí que se deixar de fumar não terei outra hipótese se não ficar com a cara mascarrada.

 

Se quiser o cabelo com jeitos deixo-o secar como está - nunca uso secador - se quiser esticá-lo mesmo perfeitinho uso o alisador mas não preciso de o alisar muito porque ele só tem jeitos nas pontas.

 

Não vou à manicure. Usei unhas de gel para deixar de roer as unhas mas achei que era dinheiro deitado à rua, e até agora tenho-as mantido. Nem muito curtas nem muito compridas. O gel estragou-me ainda mais o que restava delas e desde então tem sido um martírio para que fiquem fortes. Tiro as pelinhas, as cutículas, limo e pinto. As dos pés corto-as normalmente e nem as pinto a menos que seja verão. Caso o seja meto-lhe um azul escuro ou um cor de rosa que é para nem se notar o ranço que se acumula nos pés quando o nosso calçado é um par de chinelos o dia todo e se está desempregado durante mais de 3 meses.

 

Não vou à depilação. Faço o buço em casa com cera e as sobrancelhas com a pinça e paciência. As pernas e axilas faço à gillete também e quero lá saber se os pêlos ficam rijos ou não, porque prefiro-os rijos que fracos e a criarem borbulhas por não conseguirem romper a pele. E não, usar esfoliante não resulta comigo. Assim como assim não sou peluda e fazendo à gillete a dada altura da lua (quarto minguante) os pêlos demoram pelo menos 2 a 3 semanas a crescer. É verdade. Quanto ao resto é conforme Deus manda e a vontade daquele dia mas quanto a crescimentos é tudo igual. Apenas ponho um bocado de amaciador nas pernas para a gillete deslizar melhor.

 

Quanto ao cabelo do Luís faço-lhe o mesmo. Corto-o com a máquina a pente zero e rapo-o à gillete e com amaciador. Fica lisinho, lisinho!

 

Cremes corporais só quando acho que a pele está seca e é no verão. No inverno tenho tanto frio a sair do banho que quero é vestir o pijama e o Luís não é nada esquisito LOOOL além de que fomos abençoados com a nossa pele que parece de seda. Muitas vezes o menos é mais e quanto mais porcarias besuntamos no corpo mais mal ele se habitua. É como sabonetes e gel de duche. O que cheirar melhor e for barato é o que vem no carrinho do supermercado. Podem existir milhares de sabonetes para todo o tipo de pele, cus e tomates mas nada melhor que o sabonete ou gel mais simples. Esfregar tudo e sair com a pele mais esticada e arrepiada que um balão no seu limite quando lhe esfregamos os dedos. Aliás se me lavar com coisas mesmo próprias para a minha pele todas pimponas aí sim fico toda cheia de babas e a cara rebenta como um vulcão. De manhã só a lavo mesmo com sabonete e meto-lhe creme - muitas vezes até ponho protector solar do ano anterior - se me for maquilhar.

 

 

 

Feitas as contas se fosse todos os meses ao cabeleireiro, depilação, manicure e pedicure, usasse produtos para o meu tipo de pele e me besuntasse em manteiga feita com leite tirado em determinado dia do ano de cabras oriundas das montanhas da mongólia digam-me lá quanto gastaria eu?

 

 

 

 

                               

                                                 =  

               

 

 

 

 

Mas versão morena que eu cá sou muito mais eu...

 

 

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