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Agora sou esposa, mãe, completa! Mas continuo minha... Sempre!

24
Jun11
Tem sido complicado vir aqui. Falta de tempo, cansaço, muito cansaço, e sinceramente tem dias que prefiro plantar batatas no FarmVille ou construir uma escola no CityVille que vir aqui e despejar a trampa que ouço o dia todo no trabalho ou a vontade que tenho em fazer uns bons quilómetros, atravessando o oceano e dar umas valentes bolachadas em certos Americanos mal-educados que ligam para o escritório, ou abanar meia dúzia de Chineses que tentam vender coisas que em nada nos interessam e quando dizemos "Thanks, but no thanks" eles desligam o telefone na nossa cara voltando a ligar no dia seguinte como se nada tivesse passado.

Depois de semanas e semanas a salivar por este fim de semana prolongado, pois para nós, aqui, seria de 4 dias, eis que o Dr. Where's Wally (ou Waldo), decide alterar algo que há 30 anos era normal na empresa e nada de ponte para ninguém. Estava tudo a pensar que seria igual aos anos anteriores quando ele descobre que ninguém está a pensar trabalhar na sexta e vá de fazer grande filme e ralhar, espernear, contorcer-se e maldizer de tudo e todos. Depois de toda a revolução, cai nele e resolve dizer que quem quiser pode tirar férias. Certo que no fim disto tudo só ele, eu e a Miss Coquette é que fomos bulir. Pois que a restante malta meteu férias. A medo preferi ir do que ele passar-se da cabeça e mandar-me de férias permanentes. A Miss Coquette como não lhe interessava ter fim de semana prolongado, deveria estar com falta de dinheiro para ir a Badajoz às compras, veio toda feliz e contente trabalhar como se a vida dependesse disso e ganhasse uns pontos a mais em relação a quem tirou férias. No fim disto ganhamos o mesmo que aqueles que ficaram em casa a descansar: um B.C.M.... Para quem não sabe, um Balde Cheio de Merda p'la proa.

Aguardo, desta forma, pela primeira quinzena de Agosto para finalmente ficar de papo para o ar.


Já sou "AVÓ"!!!!

Filho da mãe do cão, deu uma pinada de 10minutos e faz meia dúzia de cachorros!

Aquele a que temos direito já está mais que vendido pelo que em Agosto vou entregá-lo aos futuros donos.

Estou babadíssima com os meus netos! 4 meninas e 2 meninos!











Não caibo em mim de cada vez que vejo estes pequenos! O meu peito enche-se de alegria! Só me apetece beijá-los! Lindos, lindos, lindos! Ficava com eles todos dentro de um cestinho... E passava toda uma vida a mirá-los assim quietinha...

Mas depois fico com falta de ar... E tudo isso por causa do esforço físico. Todos os dias, religiosamente, temos ido correr para o campo da bola aqui da aldeia. Fazemos aquecimento e ali vamos nós... 1 voltinha... 2 voltinhas... 3 voltinhas... 4 voltinhas e paramos que por enquanto não dá para mais. 1 voltinha a andar, outra voltinha a passo rápido e no fim uma corrida em velocidade. Posto isto uns abdominais. Se estamos podres de bons? Não, mas havemos de lá chegar... Daqui a uns anos... E se pararmos de comer merdices!

Depois temos tido a visita da minha mãe quase todos os fins de semana. Da ultima vez resolveu trazer o meu tio que já há mais de 4 anos que não me via e foi preciso divorciar-se para se apegar momentaneamente ao seio familiar... Eu diria mais, apego à "mama"... da conta familiar. Mas isso são outros quinhentos que eu sou pessoa que partilha!!!

Já dizia a outra senhora que lê cartas que eu nunca seria rica, seria sempre remediada, que não viveria com dificuldades, agora rica jamais. E eu já interiorizei tudo isso contudo os 3 Pastorinhos também assistiram a um Milagre e nunca pensaram eles que isso fosse acontecer enquanto pastavam ovelhas...

Se estou triste de não ter tido um fim de semana prolongado? Não, nem por isso... Eu até sou uma pessoa calma e aguardo a minha vez...

Já tirei senha e tudo!

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(Imagem da Web)



Ela apontando para a imagem e a rir-se: Olha 'mor, até tem compartimento para as máscaras de oxigénio como nos aviões!!!!

Ele: Serás parva?!?!?!?!?!






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19
Mai11

Voltei à puberdade...

por Pobre(o)Tanas
Ao fim de 24 anos de existência, sendo que passei a fase da puberdade há uns 10 anos - há quem julgue que me passou apenas a semana passada -, apareceu-me acne. Algo que não se manteve em duas ou três borbulhas irritantemente inflamadas e cheias de pus. Nada disso. Toda a zona em volta da boca até ao queixo parece um campo de batalha e quando uma rebenta parece que contamina o espaço em volta. Uma coisa era viver com borbulhas no rabo há mais de 15 anos e que já fazia parte do dia-a-dia. Borbulhas que por vezes tinha vontade de me sentar em cima de uma boia para não me causar tanto desconforto. Outra é ter também a cara. Pelo que no inicio do mês marquei uma consulta para um dermatologista e apesar de querer ter desistido à ultima da hora por achar estar melhor pensei duas vezes e já agora queria que um especialista olhasse para as minhas nalgas.

E lá fui eu...

Pois bem na cara tenho acne tardio, ponto negros, pontos brancos (que ele chamou de quistos brancos) e as borbulhas normais. E no rabo tenho algo que se chama hidradenite supurativa crónica, que além de me ter explicado disse-me que podia pesquisar na net para ter ainda mais noção e se tivesse dúvidas para depois as expor. Deveria ter dito para que fosse pesquisar numa altura em que quisesse estar sem comer durantes bastantes dias tal a nojeira de imagens que aparecem no motor de busca. Pensar que poderia ficar com as minhas nalgas no estado em que muitas que ali estão, faz-me ter medo do futuro. Disse-me também que uma vez que já se tornou crónica mesmo que com tratamento uma ou outra borbulha acabará por aparecer em alturas criticas e devo fazer sempre o mesmo tratamento.

Quanto à acne queria que fizesse um tratamento de choque com o qual deixava completamente de ter borbulhas mas deveria estar um ano ou mais sem sequer engravidar pois o bebé nasceria com más formações. Que nos deveríamos proteger não a 100 mas a 200% para nem sequer haver quase probabilidade alguma de engravidar. Não quis. Prefiro ter borbulhas para toda a minha vida. Tive receio que um ano fosse pouco para o meu organismo se restabelecer e ter um filho com problemas ou que fosse algo que se alterasse e acabasse sempre por os ter. Nah nah. Pelo que optei por um tratamento que pode ou não acabar com elas definitivamente e que durará apenas 3 meses. Tomando medicamentos à base da tetraciclina que me ajudam também na questão da hidradenite supurativa crónica, não me deixando muito descansada quanto àquilo que li nos efeitos colaterais mas penso que me safo deles em 3 meses, além do mais tudo aquilo é melhor que ver o meu rabo em carne viva durante meses a fio por causa de uma qualquer operação para lhe retirar a pele com borbulhas.

Não posso andar ao sol durante 3 meses, nem ir à praia - como o tratamento acaba em principios de Agosto e só na segunda quinzena devo ter férias calha bem -, usando protector solar factor 50 ou mais, um esfoliante químico que actua durante a noite e tem de ser usado com precaução durantes os primeiros dias pois caso contrário causa irritação - eu diria que cai a face - e mais 20 mil unguentos que me manterão a pele hidratada.

Com tudo isto acho que quando morrer e derem comigo mil anos depois, toda eu sou uma múmia muito bem conservada tal a porrada de químicos que o meu corpo tem.

Com consulta, medicamentos, cremes e creminhos gastei quase 200 euros e isso, a meio do mês, é um arrombo do caraças na nossa carteira.

Para não falar que o meu computador tem um arranjo de mais uns tantos pois a brincadeira dos socos valeu-lhee um disco rígido novo e claro está instalação de tudo e mais alguma coisa novamente. Bom pelo menos agora fica zero quilómetros. Passando para um disco de 320GB o que é óptimo e não preciso de mais e um novo sistema operativo que o Vista só à chapada...

Desespero pelo fim do mês... E com ele o seguro do carro para o despachar. O Jacinto foi averiguar e mais barato não consegue... E isto por um carrito velho. Quando tivermos um novo, acho que nestas alturas irei chorar. Quando for para colocar pneus, esperneio. E para ir à revisão marte-lo os dedos dos pés...

Para me animar a minha amiga Pris enviou-me uma foto nossa há muito esquecida no baú...


(Quando as pessoas adormecem encostadas a colunas que cuspem o som de indecifráveis palavras proferidas por meninos de voz grotesca às 4 da manhã...)



Estava tão mas tão doente...

Lembro-me que eram 5 e tal da manhã e fui fazer xixi "algures lá longe" e apanhei tanto frio que a gripe tal como a tive nunca mais me apareceu. Pelo menos não tão forte...

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15
Mai11
Entrei em casinos umas 3 vezes em toda a minha vida. Todas elas para "apenas ver" ou tomar um café assistindo a um espectáculo. Sempre vi os casinos como um antro cheio de compulsividade, de pessoas que não sabem que fazer à vidinha e de "aventadores" de fortunas e heranças. Sempre pensei que quem ali caía gastava o seu dinheiro raramente conseguia sair e nunca ganhava nada pois que sítios daqueles lá teriam as suas manhas para que o dinheiro acabasse nas mãos do estabelecimento fosse como fosse. Penso que tudo isto vem da educação que me deram de me resguardar de potenciais vícios e ouvir ou ver que fulano tal gastava o dinheiro todo no jogo ou que a não sei quantas devia uma pipa de massa por causa do jogo. Whatever...

Daí que ontem, a medo, lá fui para novamente "ver" alguma coisa. Fomos eu, o meu Jacinto e um casal amigo nosso para que eles jogassem qualquer coisa. Sendo que no caso do meu Jacinto 30 euros seria o máximo porque nós temos um carro para comprar e muito em que investir e o pobre lá foi com a sentença lida sem precisar de lhe dizer nada de concreto. Rumámos a Badajoz e visto eu nunca lá ter entrado tiraram-me uma fotografia que nunca saberei como ficou dado que fui apanhada de surpresa e apenas serve para efeitos de registo. Eu tremia por todo o lado - nem contei isto a ninguém com vergonha - mas achava que estava a cometer um acto horrivel, um pecado mortal e que iam todos começar a jogar e a perder balúrdios sem quererem sair daí. No entanto eu tenho de começar a perceber que algumas pessoas também se sabem controlar e não apenas eu tenho essa disciplina mental com algumas coisas que acho nocivas. Acho que desde que deixei de fumar estou pior e mais recta quanto ao não deixar a vontade física e psicológica andarem às turras entre si.

Os 3 falavam de termos de jogos que para mim soavam aos e-mail's em Mandarim que recebo todos os dias no trabalho. Se me perguntarem que jogos de cartas sei começo a corar e digo baixinho:

"Ah... Bom jogar eu não gosto muito sabes... Chateia-me... Estar ali a ver cartas e... Epah... Ao burro em pé e ao peixinho..."

"Como?!"

Algumas pessoas nem devem saber muito bem o que isso é ou já se esqueceram.

"Isso..."

 Já a minha mãe é um ás em muitos deles e o meu pai nunca o vi jogar mas faz uns truques engraçados com as cartas. Contudo sempre me incutiram no espírito que jogar é mau...

Sendo que para infortúnio do meu Jacinto jogar o seu amado Poker estava fora de questão pois a mesa estava fechada. Havia apenas Poker contra a mesa. A diferença é que o outro Poker seria tipo torneio e todos contra todos e não contra a mesa (que para quem não sabe é o próprio casino). Adorei o facto do Casino estar com pouca gente e tenho a perfeita noção que para a minha primeira vez teria de ser assim. Dirigimo-nos para a roleta. Começo a ver pessoal que não o meu a trocar bastante dinheiro fazendo-me espécie de como trocam várias notas de 50 euros sem sequer olharem para elas duas ou três vezes ou dizerem-lhe adeus com direito a uma salva de tiros ou uma cerimónia mais elaborada e respeitosas condolência à carteira. Nada... E nós nada nos saiu também.

Nisto começamos a ver a outra mesa de Poker contra a própria mesa com um senhor já bem bebido e alterado. Um homem fala com ele e chama-o à razão. Pede-lhe que se acalme e fale baixo. Viramos costas e dirigimo-nos para o lado oposto o dos dados. Encontramos mais gente aqui da aldeia e sentamo-nos ali - eu só observo sendo que os tremores já me tinham passado e já estava mais à vontade. O meu Jacinto já só tem 2 fichas de 5 euros que trazia da roleta e está a perder. Pergunta-me onde deve colocar as fichas... Algo me diz "Pequeno" e pimba! Acertamos. Ganhamos outra ficha. Ele estrega-mas e diz que estou por minha conta. Vai, vai, vai... Tumba! Acerto novamente no pequeno. Fico com o dobro do que aquilo que comecei. Entro em transe completamente. Ouço as vozes na minha cabeça: grande ou pequeno. Escolhe grande. Sai grande. Outra ficha. 25 euros. Escolho pequeno. Sai grande. O Jacinto diz para continuar a jogar, são 20 euros não faz mal... Pondero... Vá só mais esta (parecia os que jogam a alto e perdem tudo). Ganho. Deixo passar mais 2 jogadas e concentro-me. Ganho. Ganho. Ganho. Perco. Ganho. Ganho. Ganho. E ganho novamente. Com isto chego aos 110 euros e os nossos amigos e conhecidos riem-se de eu ser bruxa. Entrego 100 euros de fichas ao Jacinto e jogo com 10 euros apenas. Sei que vou perdê-los porque não me concentro. Os nossos amigos começam a apostar no mesmo que eu e perdemos todos. Uma, duas vezes. Eu já tinha sido abandonada pela minha maré de sorte pelo que peguei nos 100 euros e fui trocá-los por dinheiro verdadeiro e passei o resto da noite a ver os outros estourar tudo o que tinham e não tinham. Acabámos a observar a mesa do homem bêbado que tinha uns 60 anos e um namorado da nossa idade todo depilado. Ganharam bastante mas gastaram uma pequena fortuna. O homem tinha maços de notas nos bolsos que metiam respeito. O homem tinha uma tatuagem no braço assim muito rasca e esbatida representando um olho. O homem bebia e gritava. Medonho mesmo! Achei eu que guardava ali uma fortuna com os meus 100 euros que tanto jeito me fazem este mês. A minha visão de pobre comparada com os maços de notas do senhor do olho tatuado no braço é abissal.

Daí que hoje não me canso de dizer que ganhei 100 euros quando gastámos ao todo apenas 30 e que muitos gastaram tanto e nada levaram.

Quando contei ao meu pai e para me darem razão quanto aos meus receios a primeira coisa que ouvi do outro lado do telefone, como se eu não fosse uma mulher, quase casada, que ganho o meu e já dei mais provas provadas que sou responsável por mim, foi:

- Cuidado!

E fico por vezes a pensar que se eu não fosse a certas coisas, mesmo que com medo, que me diziam ser nocivas, boas mas viciantes ou que teríamos de o fazer de forma conscienciosa - que só por isso já me deixa com o cu arrepiado - metade daquilo que sou, vivi ou conheço não tinha absorvido, feito ou conseguido. Se isso é bom ou mau não sei mas fazem parte de mim anyway...




(Imagem da Web)

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Ontem decidi mudar de look... Não me bastou ter ido ao cabeleireiro há 3 meses atrás... Não. Tinha de fazer algo fantástico visto estar a aproximar-se o meu aniversário e com ele os 24... 24 anos é uma fartura! Aliás já nem dá para contar pelos dedos das mãos e dos pés. Bom... Nem os 21, 22 e 23 mas adiante... 24 anos é algo formidável. Quase 30!

Mediante isto, fomos ao supermercado e após 20 minutos a olhar para a prateleira das tintas lá me resolvi por um Acaju pois é o que se aproxima mais à minha cor verdadeira sendo a minha cor mais escura um bocadinho. O Jacinto, de carrinho na mão, olhava para mim e encolhia os ombros. Parecia que estava a adivinhar.

Chegada a casa e nem queria arrumar nada tal era a vontade de mudar a cor do cabelo. Lá me despachei e meti mãos à obra. Começou tudo com um ardor na cabeça. Nunca me tinha ardido tanto mas achei que seria das borbulhas na cabeça. Descobri que além de alérgica ao marisco e morangos, decididamente o chocolate causa-me borbulhas. Mas que além de se alastrarem, as poucas que desaparecem deixam manchas e crateras dignas do solo lunar, daí que tinha e tenho a cara e cabeça numa lástima. No fim a coisa correu bem e gostei da cor. Parecida com a minha. Como era tarde, deitámo-nos e lá se passou mais um Fim de Semana.

Hoje, de manhã, a caminho do trabalho olho-me ao espelho e quase tenho um treco. Nada disse ao Jacinto porque ainda pensei que fosse da minha visão estar turva do sono mas não... Aquilo que mais temia era real e confirmei no espelho do trabalho: tinha o cabelo a duas cores. As pontas pretas e o resto quase laranja. Quis rapar a cabeça naquele preciso momento. Tentei ligar a cabeleireiras conhecidas das minhas colegas mas estava tudo cheio até ao fim da semana. Pesquisei na net uma solução mas nada funcionaria como pintar novamente o cabelo. O meu medo era estragar o cabelo com a dose de tinta em tão pouco tempo mas assim também não podia ficar.

À hora de almoço o Jacinto nota que algo não está bem e faz-me aquela cara de "Eu bem te avisei... Tanto escolheste que olha, estás assim..."

- Mas eu só queria estar diferente no meu aniversário!!! - dizia eu infeliz com a minha escolha.

- E estás, mor... Estás malhadinha...

Agora ao fim da tarde obriguei-o a voltarmos ao supermercado e comprei o mesmo de sempre: preto.

A medo lá me dediquei ao meu cabelo, pintando-o, lavando-o e enche-lo de cremes, seruns e máscaras para aliviarem qualquer dano que esta brincadeira lhe possa causar. Com tudo isto quis eu poupar uma ida ao cabeleireiro e armar-me ao pingarelho, toma lá 40 euros em tintas, mais 20 e tais em produtos para hidratar...

Finalmente voltei ao meu look Morticia Addams que tão bem me fica. E brincadeiras destas nunca mais o faço sozinha e nem à noite... Ou pelo menos num Domingo à noite...

Decididamente tenho de ir consultar um oftalmologista.




(Imagem da Web)


 

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28
Nov08

 

 

Afinal existe mais uma regra...

 

 

 

Regra n.º 2 - Nunca pintar o cabelo sabendo de vespera que vai chover...

 

 

Ou seja, NUNCA trazer um casaco de cor clara (neste caso branco)... Não vá a tinta escorrer - por mais que retiremos o excesso - com a chuva e manchar a roupa...

 

 

 

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Descobri também, assim num momento de espasmo mental e brainstorming de coisas que me surgem na cabeça, enquanto fumo, que deveria ter carro pelo menos para as épocas do Outono e Inverno... Mas depois, pensei no Millennium BCP e mudei de ideias... Assim como assim vou emagrecendo andando a pé e usando os joelhos - como tal quando tiver 50 anos já estarei agarrada a um tripé porque os usei vezes demais... - o que é sempre positivo...

 

 

 

 

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28
Nov08

Pintar o cabelo em casa...

por Pobre(o)Tanas

 

Para quando pintar o cabelo sozinha:

 

 

 

Regra N.º 1 (e única) - Nunca deixar a tinta escorrer pela testa e orelhas abaixo...

 

 

 

 

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