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Agora sou esposa, mãe, completa! Mas continuo minha... Sempre!

Foi uma semana cheia de coisas para fazer e cansativa.

 

 

O 50º aniversário do meu pai que correu lindamente no fim-de-semana de 4 e 5 e ao qual obrigatóriamente teríamos de ir porque era uma data MUITISSIMO importante e queria fazer-lhe a surpresa. Jantámos todos juntos e até a matrafona da minha madrasta ficou sossegadinha. Correu realmente tudo bem até ao momento em que ele disse que ia voltar a casar e eu tive de ficar feliz por o ver feliz. Quando me disse que seria com bens adquiridos e após o meu Jacinto me ter aberto os olhos lá me deu um fanico e tive de falar francamente com o meu pai e resolvemos tratar de um advogado porque se ele se casar com ela antes da minha avó falecer e posteriormente à morte da velhota ele vai herdar a mastronça ainda fica com parte. Ora um dia dá-lhe na veneta e arranja um mastronço com a idade dela (porque o meu pai tem mais 16 anos que a moça) e o meu pai fica pelas metades.

 

Tenho de me informar com um advogado e apesar de ter trabalhado com eles não me recordo de nada de leis, heranças e o raio que os parta a todos... E queria mesmo que o meu pai tivesse razão e que ela não pudesse meter a pata em bens adquiridos por herança apenas bens adquiridos pelos dois... A ver vamos...

 

 

Foi uma semana ainda marcada com idas ao médico. Estas tonturas e enjoos não me passam e apesar de ter dito ao médico que tinha tido a menstruação ele disse que já tinha visto de tudo e mandou-me fazer um teste de gravidez pelo que aguardo os resultados à urina e ao sangue para ver de onde vem este mau estar. Fiz um teste da farmácia que deu negativo para tristeza nossa que já estávamos muito grávidos...

 

Caso seja negativo, no próximo mês começamos a ir aos treinos :)

 

Este fim de semana a minha avó veio em excursão até Vila Viçosa e aproveitámos para estar mais um bocadinho com ela e visitar alguns pontos da cidade. Apesar de morarmos a uns 12kms e trabalharmos lá nem sempre há tempo.

 

Fomos ainda a Évora comprar roupa ao meu Jacinto e outras tralhas necessárias à nossa casa.

 

 

 

 

Precisava de férias. Já pensei dezenas de vezes em tirar uma semana agora para descansar. Sinto-me à deriva e terrivelmente derrotista. Por mim mandava tudo às favas e ia viver dos rendimentos sociais. Já tanta gente o faz porque não poderia eu ir também? Ali de papo para o ar... Tenho um primo com 45 anos e 4 filhos de 3 mulheres cujas pensões são os meus tios, pais dele, que pagam, não trabalha, não recebe nada e os seus dias são repartidos em 3 fases: dormir e fumar ganzas/pescar e fumar ganzas/fumar ganzas e fumar ganzas... Por vezes faz horas extra e sai ou toma conta do único filho que está com ele. E diz que está bem assim... 

 

 

 

 

 

Eu nem tenho ido à pesca...

 

 

 

 

 

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02
Fev12

 

 

Por vezes gostava de estalar os dedos e passar para outra dimensão, recostar-me num sitiozinho confortável, comer umas batatinhas fritas e vá de ver o espectáculo começar, reclamar de tudo feita perdida como fazem comigo, chamar nomes a todos, dizer que o espectáculo tinha sido uma valente merda, no fim fazer um pirete e sair sem pagar.

 

 

Mas como tal não é possível limito-me a assoar o nariz e esperar que o fim do mês seja certo como o período...

 

 

 

Tem dias em que também rezo por um qualquer milagre mas Deus acha-me igual a Ele e por isso capaz de tornar tudo possível. Raça do Homem não vê que ainda não acabei o curso!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Filho/a (que ainda não nasceste mas que um dia poderás ler isto) estuda. Estuda muito e luta ainda mais que isto de assoarmo-nos por si só não chega... A Renova não patrocina as pessoas durante muito tempo.

 

 

 

 

 

Precisava de fumar... Há quase 1 ano que não toco em tabaco... Mas hoje, ao fim de - sei lá eu... 4 anos? 5? - tanto tempo, precisava de tabaco mas com aditivos. Vou ralhar com quem o faz porque? Se tudo não passa de uma ligeira inveja de não fumar por ter metido na cabeça que não quero e não preciso disso e de qualquer coisa idêntica para estar bem? Já nem as unhas roo e passei a adorar beterraba. Que se passa comigo?! Quando me tornei tão saudável? Quando é que reduzi 4 cafés para 1 depois de almoço quando me apetece? WTF???????

 

 

 

 

 

 

Porque não volto a fumar brocas, beber café até tremer e roer as unhas até sangrarem os dedos?

 

 

 

 

 

 

Porque...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

NÃO!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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As pessoas pedem que as aceite, que as compreenda, que as faça felizes, que as integre na minha vida... Quando peço que aceitem aquilo que EU sou... O mundo cai!

 

Espero que percebam que na minha vida só aceito quem eu quero e quem eu quero vive na minha casa. 

 

Um dia terei filhos e acho que aí saberei que será impossivel fazer ao meu filho 1/10 do que já me fizeste. Que será impossivel deixar de lhe falar - ao meu filho - porque simplesmente ele é um ser independente de mim, que tem a sua vida e não me integra em todos os seus projectos porque tem um/a companheiro/a para o amparar, a sua própria familia que construiu como assim o deve ser. Nunca irei ficar revoltada por isso, ficarei, sim, imensamente feliz que ele assim o seja porque quererá dizer que fiz um excelente trabalho, que criei e eduquei um ser humano saudável na sua forma de pensar, agir e ser. E o meu filho virá ao meu encontro sempre que queira porque se sente bem em casa dos pais. O meu tempo já terá passado e vale o dele. A lei da vida é esta. Não poderei ser o centro das atenções. Serei até o meu filho nascer e ele será até o dele vingar neste mundo.

 

Em 7 anos que não vivo contigo nunca te pedi nada. Não vou sequer mencionar o que já me pediste. Construi a minha vida com pouco ou quase nada. Por vezes nada sabia do pouco que deveria saber. Nem ferramentas me deste. Limitei-me a desenvolver o meu instinto de sobrevivência, imitar alguns passos de pessoas que eu achava que estariam correctas e seguiriam aquela linha recta. Com isso chegar onde estou e criar eu própria as minhas regras e percorrer essa linha com os meus próprios pés. Agora também dou o exemplo a outros que virão e se sentirão confusos e sozinhos como me senti. 

 

Neste tempo que nos voltámos a aproximar - e que tu tantas vezes te queixaste que não confiava muito em ti e que deveria porque nada nos iria separar que não deixarias - dei, afinal, um pouco mais do que deveria, algo me dizia que era tempo perdido, que deveria recuar e que pouco ou nada que pudesses dizer ou fazer era verdadeiro. No fundo o meu sexto sentido nunca me enganou e dou graças pelo facto de te ter racionado qualquer sentimento que pudesse nutrir por ti. Não te dei tudo porque nunca o farei. No fundo achava que gostar de ti era estar contra mim, ser hipócrita comigo mesma, trair-me e trair quem traiste tantas vezes. Nem sei, sinceramente, se gosto assim tanto de ti e se isso se manteria sempre assim...

 

Acho que o fiz porque era meu dever enquanto filha mas não me sentia bem. Não queria saber da tua vida, do que fazias ou deixavas de fazer, do que te acontecia. As tuas histórias sempre foram aborrecidas, centradas em ti, e nem sei se tinham algum fundo de verdade. Ser tua filha foi a unica coisa que me deu força para te acudir quando precisavas, levantar a cabeça sem vergonha no fim dos teus ataques que te deixavam vulnerável perante a multidão de gente sedenta da tua miséria e abanar-te para acordares para a vida. Se fosses alcoolica ou viciada em qualquer outra coisa a minha vida seria mais fácil. Ao menos saberia com o que estava a lidar.

 

Se pudesse batia-te. Não te bato por respeito. Mas merecias. Precisavas que te arrancasse esse orgulho de merda do coiro, esse descaramento que tens de encarar as coisas como se nada tivesse acontecido. Sem mim és pouco mais que nada. Não me peças nada do que tenho porque o que tenho é de mim e não podes gastar porque não é material. Chama-se honestidade e felicidade.

 

Cansei de ser tua filha, tua mãe, tua mulher, tua de qualquer maneira... Cansei-me. Não quero dizer com isto que te deixarei de falar. Estarei aqui apenas serei apenas um espectro para ti. Poderás ver através de mim e não me poderás tocar. Serei sempre o que fui: transparente mas desta vez inatingivel...

 

O ser humano algum dia terá de aprender... E eu vou atingindo a perfeição na forma como tenho de lidar contigo.

 

Tu lá sabes... Mas aviso-te que o mundo não é teu... Nem meu... Nem de ninguém. Ao contrário de ti envolvo-me nele e sorrio de verdade porque estou liberta de especulações e consigo contornar os meus direitos de forma a que outra pessoa possa usufruir dos dela também e assim viver em harmonia.

 

 


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07
Jan12

Sou de quem quero!

por Pobre(o)Tanas

 

 

Chateia-me profundamente que uma qualquer imagem, filme, som, tragam ao de cima velhas recordações ou pesadelos que me deixam arrasada uma semana inteira. Se soubesse que mo fariam recordar tentava contornar a situação para não reviver mais nada mas é impossivel controlar o mundo e a maneira como ele se move tão depressa. Estas revoltas mostram apenas a ponta do iceberg de coisas que aqui dentro tenho e que sempre quero crer que as resolvi no entanto são como agulhas a picarem-me a parte de trás dos olhos quando me lembro que passei certas situações que nem foram causadas por mim porque terceiros resolveram fechar os olhos...

 

Ao fim de alguns anos percebi que perdoar é mais fácil. Mas não é gratuíto. As pessoas a quem perdoamos cobram-nos. Deveria ser ao contrário como paga para voltarmos a confiar mas comigo é assim, há quem cobre o facto de me ter feito mal e se queira intrometer em tudo o que faço para confirmar que corre tudo bem, que não meto o pé na argola e que construo uma vida bem cimentada. Esquecem-se que ando nestas lides desde os 17 e que provavelmente se tivessem feito bem os trabalhos de casa as situações que me trazem pesadelos nunca teriam acontecido e hoje não tivesse momentos em que ponderasse procurar soluções certificadas para tudo isto.

 

Sou amiga! Muito! Mas não admito que tentem viver a minha vida por mim quando não têm uma própria para viver. Infelizmente assim o é quando as coisas para eles não lhes corre de feição porque quando se está bem, de férias marcadas para um qualquer país exótico, casa nova, tudo de novo, sou esquecida.

 

Eu sei, eu sei perfeitamente que sempre seria assim mas enquanto precisavam a coisa se dava de forma leve, hoje vivo numa marcação cerrada, uma amizade dependente e que suga. Como aqueles peixes parasitas, sendo eu um tubarãozito ronhoso que por aqui anda... E canso-me... Canso-me porque eu tenho noção que poderia estar longe disto, que poderia evitar esta sensação de mau estar aliada ao peso de consciencia por não querer gente assim perto de mim e mostrar-lhes isso por A+B na minha forma mais cruel: as palavras puxadas dentro de mim sem qualquer controlo. Mas esta coisa a que chamam laços familiares, sangue do meu sangue, aquela maneira que a sociedade acha correcta que nos comportemos paira sobre mim - fui criada para não contornar o que a sociedade acha correcto, porém parte minha essência acha que o que é fora do vulgar, luminoso, pacifico mas que silenciosamente possa ser gritante consiga eventualmente preencher lacunas que tenho dentro de mim e ainda assim arranjar um bocadinho de oxigénio para viver no meu mundo e no dos outros. 

 

Não que ache que andar aqui reprimida, a tentar controlar o que quero gritar, tentar perdoar o que me fizeram e querer viver com isso seja uma opção mas acho que uma vez que os nossos pais nos puseram no mundo, que nos deram vida, devemos algo para com eles... Fizeram-me mal, claro que sim, mas durante anos também me fizeram bem, deram-me de comer e alimentaram-me... Podem dizer que era o dever deles. Era... Mas os pais podem não querer fazê-lo a determinada altura... Contudo agradecia mais protecção noutros tempos, quando o mundo se virou contra mim e lutei sozinha, quando tudo me faltou e dormi sem saber se amanha seria igual... Não agora que tenho tudo isto, que sei que o amanha poderá ser o que é hoje se eu quiser porque sou dona da minha vida, independente, construtora da minha felicidade, que tenho onde dormir, o que comer, que tenho o meu espaço e o partilho com quem quero. 

 

Desde que vim morar para longe que se instalou o bicho do mato em mim. Não quero estar com ninguém que não seja o meu marido, não quero telefonemas, visitas, problemas. Porque afastei-me, criei a minha vida e acho que ninguém tem de querer saber dela e se pudesse deixava de ter telemóvel, telefone fixo, rádio e tv... Só a internet porque gosto de ver coisas à minha velocidade e o que quero ver não o que uma estação de rádio e televisiva me querem enfiar pelos ouvidos e olhos dentro. Se pudesse ia viver para o espaço mas como costumo dizer até aí alguém arranjava um satélite para me chagar o juízo... Mas quero estar sozinha. Não acho que tenham o direito de quererem viver de mim ou comigo o que não lhes permiti, não têm o direito de me cobrar isso e muito menos chamando o instinto maternal ao de cima porque assim deve ser. 

 

Tenho 24 anos, há 7 anos comecei a trabalhar, quase que me formei - quase e isso mói o meu interior todos os dias quando acordo porque poderia ter conseguido e não me ter afastado por cobardia das merdas que enfiava na cabeça para esquecer que pertencia ao mundo, estava tão perto... e não pude contar com empurrões, nem com o que me poderiam ter dito para seguir em frente... Para voltar ao meu objectivo porque precisamos disso com 18/19 anos, não agora que se é quase casado, se espera um filho num futuro próximo, se tem uma vida normal de adulto... - vivi tanta coisa sozinha, sem atilhos que me prendessem ou ter de o justificar a ninguém, errei demasiado mas fortaleci-me, conheci pessoas que me viraram do avesso pela negativa mas fiquei a conhecer-me por dentro e sei do que sou feita devido a isso mas também conheci pessoas que me fizeram crer que era capaz e ri e chorei na mesma quantidade. Daí que achei estar apta a perdoar porque a vida se tinha encarregado de me limpar e mostrar que se pode estar de bem com o mundo se não nos deixarmos absorver pelo passado. Juro que faço isso diariamente e juro que tento que o que ficou lá atrás não se manifeste mas por vezes não consigo exorcizar isto. E basta um segundo de flash-backs e a coisa manifesta-se, revolto-me e acho-me demasiado dona de mim mesma para me deixar partilhar com quem quer que seja. E revolto-me ainda mais por me sentir mal em querer ser só minha e não deixar que nada nem ninguém interfira nesta relação perfeita que criei comigo.

 

Não quero que me tentem conhecer. Não tenho paciencia para me mostrar ou tentar ser amiga de gente nova ou de gente que quer uma segunda oportunidade. Nunca ma deram, porque raio haveria eu de o fazer?! Porque tenho de ser perfeita quando mais ninguém o é comigo?! Porque me cobram algo que me fizeram?! Porque quero estar sozinha no mundo limpo que criei... Porque é só meu e não sei demonstrar de forma simpática que não quero mais ninguém nele. E as pessoas estão com tanto medo de acabar sozinhas que tentam a todo o custo ocupar o que não lhes pertence. Nunca se preocuparam se eu estava bem sozinha mas agora que tenho tudo o que me faz bem, que tenho capacidade de suporte, aclamam-me e juram-me fidelidade... Fodasse! Não quero ser Deus de ninguém! Quero que me deixem em paz e me procurem quando eu procurar. Quero deixar de ser cinica! Quero que saibam viver sozinhos como eu aprendi à minha custa... Quero que saibam que faz bem isolarmo-nos e conhecermo-nos. Viciei-me demasiado em mim mesma para me deixar ir para qualquer pessoa... Custou-me imenso colar pedaços de mim para vir alguém agora e roubar o que lhe apetecer. Sou sim de quem me deixar ser como sou e deixar estar como estou. E só quem está ao meu lado neste momento o sabe fazer... E só ele tem algum direito de me cobrar o que quer que seja e mesmo assim o não faz por respeito...

 

Ao resto, aprendam a viver com o que têm...

 

 

 

 

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A minha colega C. sai todos os dias à hora de almoço(13h) para ir almoçar e posteriormente ao correio e ao banco e às 14h30/15h regressa ao escritório. Hoje, às 14h, disse boa tarde a todos os que estavam na sala da C. e reparei que a C. ainda já lá estava a mexer nos seus papeis, de pé, junto à secretária, a desviar a franja dos olhos. Virei-me de costas para entregar uns papeis a outra colega e voltar para junto da C. para tirar umas duvidas quando não mais a vi. Perguntei a outra colega pela C. ao que ela me tinha respondido que a C. ainda não tinha vindo da hora de almoço... Intrigada dirigi-me à minha secretária mas tentei não pensar mais no assunto. Os minutos passaram e fui à wc. De caminho olhei para a mesa da C. e o meu coração parou: ela estava novamente lá. Olhei de novo e tinha finalmente desaparecido. Não aguentei e telefonei-lhe:

 

- Ouve. Estás bem?

 

- Estou, mulher, porque?

 

- Pah... Sei lá. Acho que te vi aqui e não estavas.

 

- Viste-me aí e eu não estava?

 

- Sim... Tu sabes...

 

- Olha não me assustes. Tu sabes que essas tuas coisas me deixam inquieta. Que viste?

 

- Vi-te mas não era nada de mal. Estavas na tua secretária a mexer em papeis.

 

- Aiiiii estou a caminho daí.

 

- Ok. Vem devagar...

 

- 'Tá. 

 

 

 

Quando chegou, a C. fez questão de me acenar para eu ter a certeza...

 

 

 

 

 

 

 

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Apesar de ter jurado a pés juntos que nunca seguiria o resto da saga porque no primeiro bastou-me ver pseudo vampiros a subir árvores com miúdas às costas, vampiros sem caninos proeminentes e uma série de baboseiras que em nada se comparam com o UnderWorld ou o VanHelsing, lá me descuidei e dei por mim a ver mais dois...

 

Li algures que neste último filme que estreou - a primeira parte de duas em que se dividiu o ultimo filme da saga - desencadeou alguns casos de epilépsia o que não me deixou de todo admirada. Aquilo é só tensão sexual entre vampiros sem dentes, lobos cheios de calor e virgens que desejam tudo e nada em concreto... A personagem principal anda numa roda viva entre um vampiro e um lobisomen, um morto, o outro vivo, um frio e o outro quente, um feio, raquitico, branquelas e intelectualóide de esquerda e o outro girinho, bem constituido o moço - "benzódeus" -, morenaço e de conhecimentos ancestrais tipo tribo dos ursos de pata negra. Ela quer pinar com um e deixa os braços dele para beijar o outro... Ora isso... Deixa realmente qualquer um à beira do suicídio...

 

No meu tempo havia o American Pie e isso... Cresci sem traumas, claro está! Toda agente desejava perder a virgindade antes de ir para a faculdade. Não fui influenciada pelo filme mas consegui o mesmo até porque fiquei a repetir o 12.º para melhoria de nota e a idade já pesava. Mas era algo saudável. A coisa consumava-se. Não haviam muitos rodeios. Era e pronto. Siga para bingo... Não é algo de alimentar desejos, de alimentar o animal que temos dentro de nós, mas a coisa era prática, mesmo muito saudável. E importantíssimo: não andava divida entre rapazes, muito menos pululava entre um vampiro gélido e "despelado" e um lobisomen, quente e farfalhudo. Até porque quando perdi a virgindade o filme que mais via nessa altura era o Wrong Turn.

 

Agora acredito que estes novos filmes façam mal à malta nova. Eu, adolescente, ficaria histérica. As hormonas aos saltos, dividida entre dois fulanitos (que acharia giros; na adolescência até o Shrek é bonitinho) com super-poderes para lerem a mente, credo... (que desatino saber de antemão que lhe queria saltar à espinha ainda antes de o fazer), sem me decidir e sem nenhum espécime próximo que se parecesse com os moços da história - os mais parecidos estariam cheios de borbulhas e cheirariam mal - ah! Dar-me-ia um fanico, sem dúvida...

 

Felizmente que o mais próximo que tivemos de tensão sexual foi com o Senhor dos Aneis com o Frodo e o Sam. Aqueles dois nunca mais se decidiam... Por momentos receei que a coisa descambasse e eu não conseguisse descortinar certos comportamentos tão ambiguos, mas consegui! Como o fiz? Hum... Limitei-me a não questionar.

 

 

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Eu gosto que, quem quiser, me leia, gosto mesmo de saber que algumas palavras minhas, por mais parvas que sejam, possam fazer bem a alguém mas tem dias e dias e tem dias que não ha paciencia para quem procura este canto para assuntos que nada aqui se falaram.

 

Apesar de toda a minha parvoice em determinados dias ainda possuo a minha razão e discernimento para perceber a diferença entre o certo e o errado, o aceite e não aceite, o bom e o mau...

 

No fundo fui criada com valores que ainda pretendo passar aos meus filhos e no que toca a questões sexuais posso dizer que por agora sou hetero convicta mas que até morrer alguma coisa pode mudar. Não gosto de mulheres, quer dizer, gosto mas relações de amizade, parentesco e tal. Não me vejo a apalpar mamas. No entanto e volto a frisar o amanhã não sei. Por agora gosto bastante do facto de haver só as minhas mamocas na minha relação. Se houverem mais algo se passa. Adiante... Sempre me ensinaram que podemos ser sexualmente livres, dar largas à nossa imaginação com a nosso parceiro ou parceira mas que há coisas que são aceites ou não... Que quando me envolvesse com alguém que esse alguém tivesse os mesmos gostos que eu, para ser uma relação satisfatória para ambos e assim ninguém sair magoado. Epah uma fartura de conselhos que fizeram de mim uma pessoa com tudo arrumado aqui dentro.

 

Aqui tudo o que englobe sexo, ainda com X - futuramente não faço ideia como será - tem uma conotação positiva, é feito com sentimentos e que não prejudique terceiros, seres que não atingiram a maturidade sexual e muito menos seres que não estejam anatomicamente adaptados ou seja imoralmente incorrecto - na minha opinião - copularem com o ser humano. 

 

Quem quiser "ver emagens de sexso", "imagens de sexo oral", "bilauzinho", "sexo viado", "sexo em png" (seja lá o que isso for), "duas matrafonas a fazer sexo" - matrafona na minha terra é uma boneca de trapos da feira... As pessoas querem ver bonecas de feira a pinar?, "secso com cains" e todo um conjunto de merdas que englobem dois seres, ou três, ou vinte a fornicarem, a besuntarem-se ou a fazerem as mais estranhas cenas que dê prazer às suas mentes doentes que vá, por favor, bater a outra porta.

 

 


 

Epah pensar no numero de pessoas que procuram "secso com cains" e que vêm parar aqui por causa de um post a falar sobre este mesmo assunto que falo hoje, deixam-me com nauseas. Inclusive mudei algumas palavras em certo posts que pudessem ser encontrados nos motores de busca e os trouxessem aqui mas nem assim...

 

Eu nunca fui preconceituosa mas tudo o que englobe coisas com animais, crianças, idosos e qualquer ser indefeso faz-me revolta cá dentro e deixam-me com vontade de andar à calhoada à cabeça das pessoas.

 

O mundo, como diz a música, está muito doente...

 

Há tantos sites por aí... Deixem pelo menos este cantinho aqui sossegado.

 

 

 

Felizmente não percebo de armas nem armamento quimico... Vinha parar aqui algum terrorista e quem se via metida em confusão era eu...

 

 

Por aqui se vê o perigo que a internet cria. Uma criança depara-se com certas coisas que a sua cabeça não tem capacidade de descodificar....

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Hoje, enquanto gesticulavas e barafustavas comigo num tom muito invulgar em ti - pessoa sempre tão cheia de pose num mundo pomposo que criaste na tua cabeça - eu, sentada na minha cadeira não me dando nem ao trabalho de me levantar e ficar ao teu nível (?), olhava-te e sentia apenas uma coisa: pena...

 

 

 

Normalmente as pessoas que me atingem a "tiro" não podem esperar que me defenda com simples pedrinhas. À sua espera têm sempre uma metralhadora minimamente a postos e posteriormente todo um arsenal para a guerra que criaram. No entanto tenho alturas, como hoje, em que prefiro dizer o mínimo quando se dirigem a mim de forma agressiva ou conflituosa. 

 

Quem me conhece sabe bem que não sou de criar problemas e não fossem os fumos fazerem-me mal ou não frequentar festas meio alucinantes e era toda eu peace & love and make love not war com roupas de cores vivas e bandeirinhas alusivas a visões que só as conseguimos com alucinogénos ou através de caleidoscópios. Pessoalmente só quero estar bem com o meu "Jacinto", ter o meu trabalho e viver pacificamente sem que notem a minha presença mas também tenho uma certa predisposição a atrair ovelhas ronhosas (ansiosa por empregar o termo rosonha) ou pessoal mentalmente desiquilibrado. 

 

Há uns anos pensava que isso só acontecia em certas fases da lua mas depois de ter entrado no mercado de trabalho e já com 7 anos de descontos para a Segurança Social - sendo que tenho 24 anos - tenho visto de tudo um bocadinho e sinceramente quando interferem com o meu trabalho - algo imensamente importante na minha vida - o caldo entorna-se. Mas lá está, nunca começo os problemas...

 

Uma coisa tenho a certeza, além de não ser conflituosa e má colega, não sou de certeza queixinhas e problemas com colegas é resolvido entre colegas - mesmo que não se resolva nada que deve ser o caso porque vou dar de barato às crises de meia-idade que esta gente tem e se sentirem tristes por não saberem da minha vidinha - e nunca por nunca ser vou a correr falar com o chefe dizendo que fulano ou beltrano fizeram isto ou aquilo... Não... Assim como tudo resolvo com a pessoa em questão...

 

No entanto sei porque a confusão estalou... Sua Madame não gostou que eu chamasse a atenção do seu protegido o menino Helder Queque... Mas lá está ele interferiu no meu trabalho e eu tive de o avisar. Infelizmente o menino Helder, que para além de não ter responsabilidades na vida por aos 27 anos ainda depender da mãe para muita coisa, não tem tacto para compreender que o trabalho, nos dias que correm, quando falta é o mesmo que ficarmos sem oxigénio durante uns 5 minutos. Quando não há oxigénio durante muito tempo só se safam dois tipos de pessoas/animais: as que usam garrafas e as que têm uma grande caixa torácica e capacidade de armazenagem superior à maioria dos restantes... Em qualquer das hipóteses há limitações e a vida acaba sempre por ficar por um fio ou até mesmo terminar sem que lutemos por isso ou tenhamos auxilio de terceiros... Sendo que a mãe dele é uma garrafinha de oxigénio que vai pingando porque peito para armazenar quantidades de oxigénio suficientes por algum tempo ele não tem... Infelizmente eu, como a maioria dos que precisam, tenho de pensar que não há garrafinhas para todos e nem sempre possuímos uma caixa torácica para aguentar mais uns minutos...

 

Pelo que gozarem comigo e com o meu posto de trabalho não deixo, não senhor. Sou secretária/recepcionista e adoro porque o consegui por mérito, não dependo de ninguém e mediante toda a vida que levei no passado, tenho orgulho de me ter tornado na mulher que me tornei. Não tolero certas coisas e como li outrora num filme, posso servi-los mas não sou sua criada e muito menos perante um badameco que na categoria profissional é o mesmo que eu e mentalmente não pode nem sonhar com a minha sombra porque não tem capacidade para tal... Ora vendo-me carregada de pastas do outro lado do escritório, ouvir o telefone tocar - e quando toca a central quando eu não posso TODOS têm ordens para o fazer até o cão do guarda mesmo que só ladre - o menino vá de tentar encher a peitaça com o oxigénio que lhe resta e dizer-me com ar de gozo: "O seu telefone está a tocar..." e virou costas. Ora e eu claro passei-me e quando o apanhei a jeito, sem ninguém perto porque não sou de circo cheio de gente na plateia, disse-lhe que ali dentro até o patrão atende o telefone quando eu não chego a tempo e ele só teria de o fazer porque de todas as vezes que o dele toca sou eu que o atendo e o safo de ouvir do chefe e que esperava, como bom colega que achava que era, fizesse o mesmo por mim mas que se preferisse gozar com o meu trabalho que iriamos ter problemas porque com o meu trabalho ninguém interfere... Disse que não sabia que me iria ofender. "Não me ofendeu a mim", disse-lhe, "Ofendeu o meu trabalho que é algo que não me cai nada bem" e aí chegou outra ave rara e a conversa ficou por ali.

 

Há coisas que não engulo muito bem nas pessoas e infelizmente estes dois, tanto o menino Helder Queque como a Matrafona Cagona, têm em exagero: mania da grandeza apesar de não terem onde cair mortos, acharem que são imensamente queridos apesar de virarem costas e todos lançam confettis e balões e serem pedantes no mau sentido. Ela chegou ao cumulo de falar muito mais comigo porque o meu "Jacinto" é engenheiro mas quando veio cá a casa numa qualquer oportunidade para ver o meu cão, achou que a nossa casa era humilde demais e que não fazia frente à sala de 40m2 que a dela tem... Não viu ela a cozinha que na altura estava tipo campo de guerra por o cão ter ficado lá trancado uma tarde toda sem brinquedos decentes, ainda diria que vivia numa pocilga... Aliás, para o meu "Jacinto", ela sempre foi toda sorrisos e salamaleques... O Sr. Eng.º Mal Empregue na Secretária. Bom a minha mãe pelo menos pode dizer que tem um genro engenheiro, porque a mãe da Matrafona costumava dizer que a filha era casada com um "lá de cima", no entanto quando voltaram à terra por a empresa ter ido por água abaixo, o "engenheiro" tentou meter-se em todos os tachos possiveis para manter o nivel de vidinha e claro de engenheiro só alcunha...

 

O Helder vai de férias - vivesse eu com a minha mãe e só pagando o meu tabaco também estava sempre de férias - e vem com a pen cheia de fotos em que aparecem algumas da namorada em bikini para mostrar aos colegas de trabalho. Quando o questionei se mostrava as fotos da namorada em bikini aos nossos colegas homens e se lhe tinha pedido autorização para isso ainda se sentiu ofendido. Quando me entregou a pen fui a correr para a minha secretária, enfiei-a no pc, abri a pasta olhei para as miniaturas 3 segundos, deu para ver a fulana em bikini e 400 fotos só dele tiradas por ele, fiz um café e entreguei-lha. Claro que percebeu que não vi porra nenhuma... Já a Matrafona levou a pen para casa para ver melhor... Aquilo foi tema de conversa durante dias a fio porque para ela, quem viaja com frequencia, é digno da sua atenção. 

 

No entanto sua Ex.ª é tão cagona acha-se tão bem formada e de boas famílias, que deixa pingos de urina na sanita. Todas as colegas quando usam o wc limpam, tornam a limpar e no fim deitam wc pato e passam o piaçaba de forma a desinfectar a sanita e todas poderem usufruir da limpeza da nossa casa de banho. A fulana parece um homem sem pontaria. Já pensei que seja "traveca", Deus me perdoe... 

 

Mediante todo este cenário, que me passou pela cabeça enquanto ela me chagava a mioleira, tive apenas um sentimento: pena... Pena porque são uma cambada de tristes e as coisas bonitas da vida passam-lhes ao lado. São pedantes só no mau sentido porque no que toca a outros assuntos da vida, outros promenores são meras cavalgaduras sem vontade que a vida os ilumine.

 

 

 

Em resposta ao que me perguntaste, se não tenho vontade de aprender, repito o que te disse: sempre, porque estou sempre sedenta de informação. E agora acrescento: mas quando o emissor sabe transmitir a mensagem...

 

 

Contigo é impossivel porque ainda não aprendi a traduzir-te quando grunhes, minha grande porca!

 

 

 

 

 

 

Felizmente tenho um chefe, apesar das suas birras, que se levanta da sua secretária, dirige-se a mim e diz-me que precisa imenso que eu ali esteja, que faço muita gente roer-se. Claro que amanhã, se for preciso, diz-me que sou uma nulidade e que não sei fazer nada do que ele quer... Mas no fim do dia, mais descomprimido, e após lhe fazer ver a forma como me tratou, vira-se e diz-me "Oh minha flor......" Há coisa mais bipolar que isto? Por estas e por outras volta e meia e tomo alprazolam a meio da semana quando há crises das grandes e acho que chegando a casa posso arrasar com tudo. Assim vou mocada e o mundo é fantástico!

 

 

 

 

(Silicone Soul - Right On)
"Life's too short to throw it all away"
E este video, à sua maneira, mostra que quando não se pode com eles nem sempre é necessário nos juntarmos... Basta evoluir e ser-se sempre melhor que os restantes! Alguém nos seguirá o exemplo...

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Velha gorda e desdentada - A menina mais dia menos dia e entra naquele programa dos gordos...

 

Pobre(o)Tanas - É...

 

 

 

Pobre(o)Tanas pega nas compras e dirige-se a casa pensando somente numa única coisa: 

 

 

 

E por que atentas tu no argueiro que está no olho de teu irmão, e não reparas na trave que está no teu próprio olho? 
Lucas 6:41

 

 

 

 

 

 

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11
Out11

 

 

Certas coisas que me faziam confusão no passado, neste momento fecho os olhos e bocejo. Não sei se é por estar a crescer, tornar-me numa mulherzinha, mas sinceramente não quero saber e sinto-me bem melhor assim do que se ripostasse.

 

Para os outros posso ser certamente duas coisas de três: desinteressada, parvinha ou as duas. Para mim, a meu ver, sou divinal até porque cheguei a uma fase em que aquilo que os outros pensam de mim e de qualquer outra pessoa ou coisa é limpo, lá na parte de trás, com papel higiénico e depois com toalhitas que se usam nos bebés para me sentir mais fresquinha.

 

As toalhitas saem caras, claro que sim, mas prefiro gastar nisso que em psiquiatras. No fim ainda sobram uns trocos para um jantarinho fora.

 

 

 

                                        (Foto da minha autoria)

 

 

 

Eu teria de morar num sítio em que houvesse uma árvore que fizesse um "pirete"... É disto que gosto. Um big fuck para tudo o que me chatearia se eu deixasse.

 

 

 

 

 

 

 

 

(Quero salientar que esta árvore (morta) costuma estar debaixo de água no Inverno e que nessa altura do ano ou na Primavera, em que a água da barragem ainda não secou, tudo isto fica lindissimo)

 

                                                          

                                             (Karen Ramirez - Lies)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

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