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Agora sou esposa, mãe, completa! Mas continuo minha... Sempre!


31
Ago10

ÓlhásVacas!!!

por Pobre(o)Tanas

 

 

Ir à pesca - mesmo pesca - aqui é tão normal como "andar à pesca" em Lisboa para procurar um sítio paa estacionar, para aguentarmos o totó do patrão e no fim do dia chegar a casa às 9 da noite e só querer duas bolachinhas e um copito de leite para não dar trabalho para lavar a loiça. Pelo que e para não ficarmos com saudades da Capital (que são zero!) num destes dias agarrámos na cana, na mochila, mais uma vez no cão e na "burra" e vá de ir à barragem.

 

 

À chegada uma manada de vacas castanhas à solta touxeram ao de cima aquele formigueiro nas costas que sinto quando vejo um aranhiço mas o Luís vê sempre o lado bom das coisas e para ele ver vacas a menos de meio metro de distância também é tão normal como 2+2 serem muitos. Muitos aranhiços!!!

 

Estacionar debaixo de uns pinheiros. As vacas tinham ficado para trás. E pude apreciar a paisagem e calma do sitio enquanto o meu marido lançava o anzol e o cão avariava a caixa dos pirolitos à caça de paus para comer dentro de água - sim o nosso cão nunca passaria fome visto comer paus como come ração da cara.

 

De repente...

 

 

Vejo uma vaca. Olho para todos os lados. Luís a ponderar no isco. Cão aos saltos atrás de moscas. Olhos outra vez. Duas vacas. Luís lança o isco novamente. O cão resolveu comer bosta de vaca que alguma ali tinha deixado - mais uma vez digo que não morreria de fome. Três vacas. Começo a tremelicar. Chamo o Luís que não me ouve ou porque a voz falhou. Chamo o cão que corre na minha direcção e por sorte de tão detrambelhado que é nem vê as vacas que passaram de três para seis. Prendo o cão. O Luís ouve as vacas e ri-se. Olha para mim e solta uma gargalhada com o meu ar. "Vai lá tirar-lhes uma fotografia!". Entrego-lhe o cão. "Vai mais perto!" diz-me ele. "Por alguma coisa o telemóvel faz ZOOM!". Entrega-me o cão novamente e eu sento-me com ele num tronco de árvore a contemplar a manada das vacas que chegou às 50.

 

Qual savana em época de migração de gnus que bebem água dos rios.

 

O cão finalmente dá conta das vacas e sorrio quando sinto o Pablo encostar-se a mim e que até um boxer feio como ele pode tremelicar de medo como eu.

 

 

No fim não deixámos de apanhar "trânsito" na volta para casa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Que todos os engarrafamentos de Lisboa fossem assim...

 

 

 

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Musiquinha boaaaaa

 

 

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