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Agora sou esposa, mãe, completa! Mas continuo minha... Sempre!


 

 

Cheguei a casa e enfiei-me na banheira com água e sal para tirar este peso negativo de cima de mim.

 

Há dias em que levamos para o nosso cantinho uma carga tão má que mal nos conseguimos manter de pé, discutindo por tudo e por nada.

 

Depois de ter renovado estou aqui fresca que nem uma alface.

 

 

Certamente que não retirou a chatice que é ainda faltarem quase 3 semanas para iniciar um novo ciclo para mim. Mas tirou o peso do dia de hoje em que decidiram que deveria saber de que fibra são feitos, inchando-se todos sempre que eu passava para eu perceber - qual cachorro - quem são os líderes da matilha.

 

 

Deveria um dia juntar o meu chefe com a Psico... Davam um belo casal. Um presunçoso e a outra com - apenas - a mania que sabe mandar. Tínhamos o casal sensação.

 

 

Eu não preciso de saber quem está acima de mim na cadeia laboral, nem tão pouco lidar com eles, até porque sei bem o espaço que ocupo e que as normas são para cumprir e eu gosto de ter regras. Agora penetrarem no meu pequeno círculo e tentarem violar a minha privacidade, entrar à força na minha bolha isso não deixo. Talvez um trabalhador tenha que deixar, talvez eu esteja errada mas esta sou eu e só entra na minha bolha quem eu quero, até porque nem toda agente respira o mesmo oxigénio que o meu.

 

 

Por vezes dou-me ao luxo de ter 5 min para observar toda aquela gente e ouço uma voz dentro de mim que me diz: "Pobres deles que não sabem... Deixai-os estar... Não sabem... Não querem ver..." e retomo o meu trabalho; digo umas piadas sobre um qualquer assunto em mãos ou sobre a vidinha dos meus macacos do nariz e traques e assim fico... Pena que só eu naquela empresa mande peidos e tire macacos do nariz, mais ninguém o faz... Por isso andam inchados...

 

 

Adiante...

 

 

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O Mundo anda a palpitar como se fosse uma enorme ferida infectada... Penso para mim e pergunto-me se não nos vamos arrepender muito... Vão haver mudanças mas eu já não vou avisar mais ninguém.

 

Alguns dos meus já se encostaram às "boxes" esperando para ver e cansados de lutar. Vão-me indicando o que fazer e eu sigo as normas indicadas, as regras como se tratasse de uma conta complicadíssima, vou somando e subtraíndo, dividindo o que posso pelos outros que só se multiplicam se assim o desejarem.

 

Até lá vou "fazendo as malinhas" mentalmente até não chegar a hora de fazer mesmo as malas de verdade e partir para um sitio seguro tanto para a minha integridade física como psicologica bem como para os meus.

 

 

 

 

E................

 

 

 

Já postei mais um peidinho...

 

 

 

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