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Agora sou esposa, mãe, completa! Mas continuo minha... Sempre!


31
Jan12

A minha "piquena" regressou!

por Pobre(o)Tanas

Depois de 3 dias internada, a Zappa voltou a casa ainda com mais mau feitio que antes... E eu estou que não posso com o coração a rebentar de felicidade por não ter perdido a minha "miúda" fedorenta.

 

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Tenho a Zappa internada no vet por minha causa... Devido à minha falta de atenção... 

 

 

Na terça-feira coloquei uma pipeta a cada uma das gatas porque achava que teriam uma ou outra pulga, procedimento normal cá em casa. Ontem quando chegámos ao fim do dia encontrámos a Zappa com convulsões e desnorteada. Corremos para o vet. Diagnóstico: envenenamento por pipeta. Por engano pus-lhes uma da cadela. Não reparei. Cabeça de merda a minha...  A Piggy está perfeitamente normal apesar de andarmos de olho em tudo o que faz procurando indicios de algo fora do comum mas a Zappa, coitadinha, está internada a soro e a propofol...

 

 

Rezo para que ela se safe desta... O meu peso é enorme...

 

 

 

A minha fedorenta {#emotions_dlg.cry}

 

 

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20
Jan12

Doente!

por Pobre(o)Tanas

Enjoos, tosse, dores de garganta - MUITAS dores de garganta - cabeça pesada e aqui estou eu em casa! Avizinha-se um belo de um fim de semana... 

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19
Jan12

Peço pouco...

por Pobre(o)Tanas

Eu só queria que a má disposição e as dores de garganta dos ultimos dias passassem... Já nem pedia o euromilhões...

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As pessoas pedem que as aceite, que as compreenda, que as faça felizes, que as integre na minha vida... Quando peço que aceitem aquilo que EU sou... O mundo cai!

 

Espero que percebam que na minha vida só aceito quem eu quero e quem eu quero vive na minha casa. 

 

Um dia terei filhos e acho que aí saberei que será impossivel fazer ao meu filho 1/10 do que já me fizeste. Que será impossivel deixar de lhe falar - ao meu filho - porque simplesmente ele é um ser independente de mim, que tem a sua vida e não me integra em todos os seus projectos porque tem um/a companheiro/a para o amparar, a sua própria familia que construiu como assim o deve ser. Nunca irei ficar revoltada por isso, ficarei, sim, imensamente feliz que ele assim o seja porque quererá dizer que fiz um excelente trabalho, que criei e eduquei um ser humano saudável na sua forma de pensar, agir e ser. E o meu filho virá ao meu encontro sempre que queira porque se sente bem em casa dos pais. O meu tempo já terá passado e vale o dele. A lei da vida é esta. Não poderei ser o centro das atenções. Serei até o meu filho nascer e ele será até o dele vingar neste mundo.

 

Em 7 anos que não vivo contigo nunca te pedi nada. Não vou sequer mencionar o que já me pediste. Construi a minha vida com pouco ou quase nada. Por vezes nada sabia do pouco que deveria saber. Nem ferramentas me deste. Limitei-me a desenvolver o meu instinto de sobrevivência, imitar alguns passos de pessoas que eu achava que estariam correctas e seguiriam aquela linha recta. Com isso chegar onde estou e criar eu própria as minhas regras e percorrer essa linha com os meus próprios pés. Agora também dou o exemplo a outros que virão e se sentirão confusos e sozinhos como me senti. 

 

Neste tempo que nos voltámos a aproximar - e que tu tantas vezes te queixaste que não confiava muito em ti e que deveria porque nada nos iria separar que não deixarias - dei, afinal, um pouco mais do que deveria, algo me dizia que era tempo perdido, que deveria recuar e que pouco ou nada que pudesses dizer ou fazer era verdadeiro. No fundo o meu sexto sentido nunca me enganou e dou graças pelo facto de te ter racionado qualquer sentimento que pudesse nutrir por ti. Não te dei tudo porque nunca o farei. No fundo achava que gostar de ti era estar contra mim, ser hipócrita comigo mesma, trair-me e trair quem traiste tantas vezes. Nem sei, sinceramente, se gosto assim tanto de ti e se isso se manteria sempre assim...

 

Acho que o fiz porque era meu dever enquanto filha mas não me sentia bem. Não queria saber da tua vida, do que fazias ou deixavas de fazer, do que te acontecia. As tuas histórias sempre foram aborrecidas, centradas em ti, e nem sei se tinham algum fundo de verdade. Ser tua filha foi a unica coisa que me deu força para te acudir quando precisavas, levantar a cabeça sem vergonha no fim dos teus ataques que te deixavam vulnerável perante a multidão de gente sedenta da tua miséria e abanar-te para acordares para a vida. Se fosses alcoolica ou viciada em qualquer outra coisa a minha vida seria mais fácil. Ao menos saberia com o que estava a lidar.

 

Se pudesse batia-te. Não te bato por respeito. Mas merecias. Precisavas que te arrancasse esse orgulho de merda do coiro, esse descaramento que tens de encarar as coisas como se nada tivesse acontecido. Sem mim és pouco mais que nada. Não me peças nada do que tenho porque o que tenho é de mim e não podes gastar porque não é material. Chama-se honestidade e felicidade.

 

Cansei de ser tua filha, tua mãe, tua mulher, tua de qualquer maneira... Cansei-me. Não quero dizer com isto que te deixarei de falar. Estarei aqui apenas serei apenas um espectro para ti. Poderás ver através de mim e não me poderás tocar. Serei sempre o que fui: transparente mas desta vez inatingivel...

 

O ser humano algum dia terá de aprender... E eu vou atingindo a perfeição na forma como tenho de lidar contigo.

 

Tu lá sabes... Mas aviso-te que o mundo não é teu... Nem meu... Nem de ninguém. Ao contrário de ti envolvo-me nele e sorrio de verdade porque estou liberta de especulações e consigo contornar os meus direitos de forma a que outra pessoa possa usufruir dos dela também e assim viver em harmonia.

 

 


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07
Jan12

Sou de quem quero!

por Pobre(o)Tanas

 

 

Chateia-me profundamente que uma qualquer imagem, filme, som, tragam ao de cima velhas recordações ou pesadelos que me deixam arrasada uma semana inteira. Se soubesse que mo fariam recordar tentava contornar a situação para não reviver mais nada mas é impossivel controlar o mundo e a maneira como ele se move tão depressa. Estas revoltas mostram apenas a ponta do iceberg de coisas que aqui dentro tenho e que sempre quero crer que as resolvi no entanto são como agulhas a picarem-me a parte de trás dos olhos quando me lembro que passei certas situações que nem foram causadas por mim porque terceiros resolveram fechar os olhos...

 

Ao fim de alguns anos percebi que perdoar é mais fácil. Mas não é gratuíto. As pessoas a quem perdoamos cobram-nos. Deveria ser ao contrário como paga para voltarmos a confiar mas comigo é assim, há quem cobre o facto de me ter feito mal e se queira intrometer em tudo o que faço para confirmar que corre tudo bem, que não meto o pé na argola e que construo uma vida bem cimentada. Esquecem-se que ando nestas lides desde os 17 e que provavelmente se tivessem feito bem os trabalhos de casa as situações que me trazem pesadelos nunca teriam acontecido e hoje não tivesse momentos em que ponderasse procurar soluções certificadas para tudo isto.

 

Sou amiga! Muito! Mas não admito que tentem viver a minha vida por mim quando não têm uma própria para viver. Infelizmente assim o é quando as coisas para eles não lhes corre de feição porque quando se está bem, de férias marcadas para um qualquer país exótico, casa nova, tudo de novo, sou esquecida.

 

Eu sei, eu sei perfeitamente que sempre seria assim mas enquanto precisavam a coisa se dava de forma leve, hoje vivo numa marcação cerrada, uma amizade dependente e que suga. Como aqueles peixes parasitas, sendo eu um tubarãozito ronhoso que por aqui anda... E canso-me... Canso-me porque eu tenho noção que poderia estar longe disto, que poderia evitar esta sensação de mau estar aliada ao peso de consciencia por não querer gente assim perto de mim e mostrar-lhes isso por A+B na minha forma mais cruel: as palavras puxadas dentro de mim sem qualquer controlo. Mas esta coisa a que chamam laços familiares, sangue do meu sangue, aquela maneira que a sociedade acha correcta que nos comportemos paira sobre mim - fui criada para não contornar o que a sociedade acha correcto, porém parte minha essência acha que o que é fora do vulgar, luminoso, pacifico mas que silenciosamente possa ser gritante consiga eventualmente preencher lacunas que tenho dentro de mim e ainda assim arranjar um bocadinho de oxigénio para viver no meu mundo e no dos outros. 

 

Não que ache que andar aqui reprimida, a tentar controlar o que quero gritar, tentar perdoar o que me fizeram e querer viver com isso seja uma opção mas acho que uma vez que os nossos pais nos puseram no mundo, que nos deram vida, devemos algo para com eles... Fizeram-me mal, claro que sim, mas durante anos também me fizeram bem, deram-me de comer e alimentaram-me... Podem dizer que era o dever deles. Era... Mas os pais podem não querer fazê-lo a determinada altura... Contudo agradecia mais protecção noutros tempos, quando o mundo se virou contra mim e lutei sozinha, quando tudo me faltou e dormi sem saber se amanha seria igual... Não agora que tenho tudo isto, que sei que o amanha poderá ser o que é hoje se eu quiser porque sou dona da minha vida, independente, construtora da minha felicidade, que tenho onde dormir, o que comer, que tenho o meu espaço e o partilho com quem quero. 

 

Desde que vim morar para longe que se instalou o bicho do mato em mim. Não quero estar com ninguém que não seja o meu marido, não quero telefonemas, visitas, problemas. Porque afastei-me, criei a minha vida e acho que ninguém tem de querer saber dela e se pudesse deixava de ter telemóvel, telefone fixo, rádio e tv... Só a internet porque gosto de ver coisas à minha velocidade e o que quero ver não o que uma estação de rádio e televisiva me querem enfiar pelos ouvidos e olhos dentro. Se pudesse ia viver para o espaço mas como costumo dizer até aí alguém arranjava um satélite para me chagar o juízo... Mas quero estar sozinha. Não acho que tenham o direito de quererem viver de mim ou comigo o que não lhes permiti, não têm o direito de me cobrar isso e muito menos chamando o instinto maternal ao de cima porque assim deve ser. 

 

Tenho 24 anos, há 7 anos comecei a trabalhar, quase que me formei - quase e isso mói o meu interior todos os dias quando acordo porque poderia ter conseguido e não me ter afastado por cobardia das merdas que enfiava na cabeça para esquecer que pertencia ao mundo, estava tão perto... e não pude contar com empurrões, nem com o que me poderiam ter dito para seguir em frente... Para voltar ao meu objectivo porque precisamos disso com 18/19 anos, não agora que se é quase casado, se espera um filho num futuro próximo, se tem uma vida normal de adulto... - vivi tanta coisa sozinha, sem atilhos que me prendessem ou ter de o justificar a ninguém, errei demasiado mas fortaleci-me, conheci pessoas que me viraram do avesso pela negativa mas fiquei a conhecer-me por dentro e sei do que sou feita devido a isso mas também conheci pessoas que me fizeram crer que era capaz e ri e chorei na mesma quantidade. Daí que achei estar apta a perdoar porque a vida se tinha encarregado de me limpar e mostrar que se pode estar de bem com o mundo se não nos deixarmos absorver pelo passado. Juro que faço isso diariamente e juro que tento que o que ficou lá atrás não se manifeste mas por vezes não consigo exorcizar isto. E basta um segundo de flash-backs e a coisa manifesta-se, revolto-me e acho-me demasiado dona de mim mesma para me deixar partilhar com quem quer que seja. E revolto-me ainda mais por me sentir mal em querer ser só minha e não deixar que nada nem ninguém interfira nesta relação perfeita que criei comigo.

 

Não quero que me tentem conhecer. Não tenho paciencia para me mostrar ou tentar ser amiga de gente nova ou de gente que quer uma segunda oportunidade. Nunca ma deram, porque raio haveria eu de o fazer?! Porque tenho de ser perfeita quando mais ninguém o é comigo?! Porque me cobram algo que me fizeram?! Porque quero estar sozinha no mundo limpo que criei... Porque é só meu e não sei demonstrar de forma simpática que não quero mais ninguém nele. E as pessoas estão com tanto medo de acabar sozinhas que tentam a todo o custo ocupar o que não lhes pertence. Nunca se preocuparam se eu estava bem sozinha mas agora que tenho tudo o que me faz bem, que tenho capacidade de suporte, aclamam-me e juram-me fidelidade... Fodasse! Não quero ser Deus de ninguém! Quero que me deixem em paz e me procurem quando eu procurar. Quero deixar de ser cinica! Quero que saibam viver sozinhos como eu aprendi à minha custa... Quero que saibam que faz bem isolarmo-nos e conhecermo-nos. Viciei-me demasiado em mim mesma para me deixar ir para qualquer pessoa... Custou-me imenso colar pedaços de mim para vir alguém agora e roubar o que lhe apetecer. Sou sim de quem me deixar ser como sou e deixar estar como estou. E só quem está ao meu lado neste momento o sabe fazer... E só ele tem algum direito de me cobrar o que quer que seja e mesmo assim o não faz por respeito...

 

Ao resto, aprendam a viver com o que têm...

 

 

 

 

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04
Jan12

Errata

por Pobre(o)Tanas

 

No post de dia 31 de Dezembro onde diz "rede electrocutada" deve ler electrificada. A todos os visados peço desculpa pois que não fosse o meu Engenheirinho da Treta a coisa passava despercebida...

 

 

Agora já posso ir à wc descansadinha!

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03
Jan12

Ainda fomos a tempo...

por Pobre(o)Tanas
Descobrimos, ao fim de 2 anos, que criámos uma lebre...   

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