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Agora sou esposa, mãe, completa! Mas continuo minha... Sempre!


 

 

 Os cigarros salvam-nos a vida. E tenho provas disso desde ontem.

 

 Quando somos mandados parar durante o nosso trajecto para casa, por um manfio pertencente a um grupo com ar duvidoso, as primeiras coisas que nos acontecem são:

 

 1º - Cair-nos os tomates ao chão, mesmo que não os tenhamos. 

 

 2º - Começarmos a suar que nem cavalos.

 

 3º - Esperar que venha de lá a tão dolorosa frase:

 

 "Mostra lá o que levas aí...".

 

 

 No entanto tal não me aconteceu.

 

 Como vinha a fumar a unica coisa que pediu foi um cigarro.

 

 Como tinha dois maços diferentes até lhe dei a escolher. Se ele quisesse até lhos tinha dado sem reclamar.

 

 Foi muito simpático!

 

 Ao rodar nos meus calcanhares ainda ouvi lá do fundo: "Estúpido, pede-lhe o numero."

 

 Mas o Estupido deve ter visto a minha borbulha facial e então lá pensou que seria melhor não pedir porque seria a chacota do grupo por ter o numero de uma gaja borbulhosa. (Só tenho uma borbulha, ok? Mas é horrivel.)

 

 Agora supunhamos que eu não fumava. Pedia-me um cigarro eu não tinha, que iria pedir mais?

 

 Ah pois!!!

 

 O meu telemóvel. A minha carteira... Ou até mesmo as minhas sandálias... Para aquelas alturas tanto faz o que possuimos... 

 

 

 A culpa disto tudo é do Sócrates!

 

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02
Jul08

Já que não vi...Leio sobre!

por Pobre(o)Tanas

 

 

 Ando a ler isto:

 

 

 

Como não vi o Filme, nem soube da existência dele (ando completamente longe do mundo da 7ª Arte), ontem dei de caras com este livro no Continente do Vasco da Gama (Hum...posso fazer publicidade? Bem já a estou a fazer ao livro portanto que se dane...) aquando uma busca de dentífrico.

 

É um grande calhamaço. Eu adoro livros grandes. Achei que a história de Maria e Ana Bolena me fosse interessar desta forma que não nas aulas de História. Além de que Henrique VIII era uma grande maluco...

 

Pelo pouco que li, estou a amar... Melhor que isso só mesmo... O preço! Para as 600 e tal páginas que compõem este livro, e para a leitura fácil e fluída, está muito acessível.

 

Por volta dos 13euros.

 

 

 

Ah não era para se dizer o preço?... Pronto já disse!

 

 

 

 

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02
Jul08

Mais um jantar perfeito...

por Pobre(o)Tanas

 

 

 Depois de um dia de trabalho cansativo, ele apanhou-me no escritório e fomos os dois jantar. Desta vez paguei eu já que é sempre ele que o faz e isso por vezes faz-me sentir mal.

 

 À hora de almoço tinha ido arranjar o cabelo, fiz uma ondulação assim leve. E antes de ele chegar, produzi-me um pouco mais.

 

 Entrei no carro, deparei-me com o belo sorriso e imensos comentários do quanto eu estava bonita. (Qual a mulher que não adora ouvir isso vindo de alguém que tanto gosta?)

 

 Não o ofusquei porque ele também estava radiante como sempre... E eu detesto ofuscar a beleza de quem me acompanha. Gosto de me sentir, no máximo, à altura, não mais que isso.

 

 Escolhemos o primeiro restaurante que vimos e achei-o agradável. Nada do outro mundo mas com uns empregados de simpatia fora de série.

 

 Depois, já mais tarde, fomos descansar.

 

 

 

 Gosto destes momentos assim... Em que calmamente se fala de tudo, pausadamente se ri com satisfação, em que cordialmente nos envolvemos com alguém. Sem problemas, sem discussões, sem guerras.

 

 E já passaram dois meses...

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01
Jul08

Oculices e coisas que tais...

por Pobre(o)Tanas

 

Ontem falei nas lentes de contacto da Drª, hoje falo na época em que eu usava óculos e mal acordava tinha de os colocar antes que esbarrasse com a porta do quarto.
 
 Eu sou miúpe. Mas a valer.
 
 Estão a ver um boi à vossa frente? Pois eu não o vejo... Sabem quando vos dizem "Se tivesse dentes, mordia-te"? Pois ouço isso todos os dias desde que me lembro de ser gente.
 
 Como começou essa saga oculeira...? - Perguntam vocês se já não tiverem clicado no botão "Exit".
 
 Pois bem, então com dois anos como não via nada, que fazia eu?
 
 
 
 
 Cheirava!
 
 “Olha ali aquele boneco, vai lá buscá-lo, Pobre(o)tanazita”
 
 E lá ia eu, cheirá-lo para ver se era mesmo aquele. Cheirava, cheirava… Sim era aquele. Cheirava a azul… Ou rosa…
 
 “Olha ali o Bana e o Flappy” (ou o que houvesse de desenhos animados, em 1989, na televisão…)
 
 E eu ia para a frente da Tv e cheirava o Bana e o Flappy…
 
 “Que camisola queres?”
 
 “A do Bel e Bastião” (leia-se Abel e Sebastião)
 
 “Então vai buscá-la”
 
 E lá ia eu cheirá-la…
 
 Até que devem ter puxado pela cabeça e ter dito “Ou ela vai ser uma cheiradora de perfumes e coisas que tais ou não vê um cu…”
 
 E assim comecei eu a usar aqueles óculos de plástico que dá um ar de toninhos às crianças…
 
 Para concluir esta parte:
 
 Era estrábica! Logo usei um olho à Camões muito tempo para corrigir…
 
 O pior era quando chegava esta época. A do Verão.
 
 Como não largava os óculos por nada deste mundo, assim como Sto António e o menino ao colo, lá ia eu com eles para a praia. Nessa época eu tinha uma pigmentação mais escura, saía ao meu pai, (pronto tinha cor de marroquina como ele) no entanto no sitio dos óculos estava branca. Ou seja, mesmo que os tirasse, a marca estava lá. Tenho muitas fotos que comprovam o que digo mas emprestei-as como um complemento a anti-virus. As pessoas põem-nas em fundo de ecrã do computador e não há vírus que entre.
 
 Pior que isso era quando a maré me levava para longe da linha do chapéu. Lá levantava a cabeça e pensava “Oh oh… O chapéu não está ali…” (eu distingo cores, está bem???) Então ficava mais 10min na água até o meu pai pensar que eu estava mesmo lá longe e chamar-me para nos irmos embora.
 
 Quem estivesse de braços abertos aos pulos feito totó na areia, seria claro o meu progenitor.
 
 Uma vez achei os meus óculos tão feios mas tão feios que os risquei numa pedra…
 
 Os meninos não queriam namorar comigo e não raras as vezes que lhes batia por me chamarem 4 olhos ou vidrinhos. Nessa altura a minha mãe vestia-me como uma velhota de 90 anos e punha-me o cabelo apanhado num carrapito tipo palmeira ou repuxo… Era algo… Digno de se ver. Nem sei como não tenho mais problemas psicológicos do que os que apenas possuo…
 
 Conclusão: ALEM DE VESGA ERA FEIA QUE NEM UM RAIO!
 
Então aos 14 anos comecei a usar lentes de contacto e tornei-me jeitosa como tudo. E agora, meus senhores e minhas senhoras, é vê-los atrás de mim!!! Ora tomem lá!
 
 E se quiser despachar um candidato, mostro-lhe as minhas fotos… Só para ele pensar que os filhos que pudéssemos ter seriam assim…

 

 

 Esta senhora é de longe bem mais gira do que aquilo que eu era...:

 

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01
Jul08

Segura...

por Pobre(o)Tanas

 

 Ontem fechei a porta, seguindo o conselho dele, sem sequer olhar para trás.

Fechei a porta ao passado e ele lá ficou.

 

 

 

 

A absorver a força que esta imagem me transmite...

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